- Moraes pediu manifestação da Procuradoria-Geral da República sobre a nova cirurgia de Jair Bolsonaro.
- Perícia médica concluiu que Bolsonaro precisa da cirurgia “o mais breve possível” e Moraes pediu avaliação adicional antes de decidir sobre as cirurgias solicitadas.
- O magistrado autorizou a cirurgia, mas negou a mudança para prisão domiciliar.
- Bolsonaro recebeu alta hospitalar, foi transferido para quarto em Brasília e voltou à Superintendência da Polícia Federal para cumprir recuperação.
- Pesquisas divulgadas na última semana apontam cenários variados para o segundo turno: Datafolha aponta empate entre Lula e Flávio Bolsonaro; Paraná Pesquisas aponta 48,1% para Flávio e 40,3% para Lula em São Paulo; Genial/Quaest aponta 42% vs 40%.
O ministro Alexandre de Moraes autorizou cirurgia de Bolsonaro e pediu perícia médica antes de decidir sobre os procedimentos solicitados. A autorização ocorreu no contexto de decisões sobre o quadro de saúde do ex-presidente.
Boletins médicos indicam melhora no ombro, mas o pulmão esquerdo mantém alterações. A equipe médica informou que os tratamentos seguem dentro do previsto, com menos dor, porém necessidade de exames previstos.
Após a alta hospitalar, Bolsonaro retornou a Brasília, onde permaneceu sob acompanhamento médico e foi transferido para um quarto. O acompanhamento inclui avaliação de urgência e monitoramento de sinais vitais.
Moraes também solicitou perícia médica para confirmar a necessidade das cirurgias propostas pelo ex-presidente. A autoridade avaliava os critérios técnicos antes de autorizar novos procedimentos.
A Justiça Federal suspendeu benefícios vitalícios que Bolsonaro recebia por ter sido ex-presidente, em decisão ligada a desdobramentos judiciais. O caso segue em tramitação, com agenda de próximos passos.
Segundo as informações disponíveis, há também debates sobre previsões de alta, prisões domiciliares e novas avaliações médicas, com diferentes ventos políticos repercutindo no cenário nacional.
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