- Patrícia Kundrát, 48 anos, mulher de Fernando Henrique Cardoso, concordou com a interdição do ex-presidente e com a nomeação de Paulo Henrique Cardoso como curador do pai.
- O termo de anuência foi apresentado na segunda-feira, 20 de abril de 2026, e a interdição já havia sido aceita pela Justiça de São Paulo em 15 de abril, com prazo de ouvida da esposa.
- Paulo Henrique Cardoso, filho mais velho, assumiu o papel de curador provisório e ficará responsável pela gestão do patrimônio de FHC, com base em laudo médico que atesta o agravamento do Alzheimer.
- A Justiça exigiu provas sobre a mobilidade de FHC e a reação do ex-presidente à notificação, e o processo tramita em sigilo.
- O caso envolve a família Cardoso, com a defesa representada pelo escritório Bermudes Advogados; a interdição é justificada pela incapacidade do ex-presidente para atos da vida civil.
Patrícia Kundrát, 48 anos, esposa de Fernando Henrique Cardoso (FHC), concordou com a interdição do ex-presidente e com a nomeação de Paulo Henrique Cardoso como responsável pela curatela. O termo de anuência foi apresentado nesta segunda-feira (20/04/2026). A informação foi publicada pela jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.
A Justiça de São Paulo já havia aceitado, em 15 de abril, a interdição de FHC, com prazo de 15 dias para ouvir a esposa. Os filhos do ex-presidente, Paulo Henrique, Luciana e Beatriz, solicitaram a medida por causa do agravamento do Alzheimer.
Por determinação do Tribunal de Justiça de São Paulo, Paulo HenriqueCardoso assumiu a curadoria provisória, ficando responsável pela gestão do patrimônio do ex-presidente. A decisão baseou-se em laudo médico que atesta o estado de saúde de FHC e na rotina de atuação da família nos cuidados.
A relação entre Patrícia Kundrát e FHC foi oficializada por união estável em 2014, após atuação dela como Secretária-Executiva do Instituto Fernando Henrique Cardoso. O processo tramita em sigilo e envolve a apresentação de provas sobre mobilidade do ex-presidente e reação à notificação.
A defesa dos Cardoso é conduzida pelos advogados Henrique Ávila, Caetano Berenguer e Fabiano Robalinho, do escritório Bermudes Advogados. O documento aponta que, com o agravamento da doença, o ex-presidente tornou-se incapaz para atos da vida civil e que os autores sempre cuidaram dele.
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