- A Polícia Federal protocolou pedido de prisão preventiva de MC Ryan SP, MC Poze do Rodo e Raphael Sousa Oliveira, dono da página Choquei, após habeas corpus do STJ.
- Ação integra a Operação Narco Fluxo, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro estimado em mais de R$ 1,6 bilhão, envolvendo apostas esportivas ilegais, rifas clandestinas e tráfico internacional de drogas.
- O STJ havia concedido habeas corpus aos investigados, o que deixou a PF em alerta para manter todos na prisão.
- A PF afirma possuir provas suficientes, com dispositivos apreendidos e registros financeiros, para justificar a prisão preventiva, alegando risco à ordem pública e à continuidade das atividades criminosas.
- As defesas dizem que o pedido é extemporâneo, sem fatos novos, questionando a necessidade da custódia e criticando o timing da nova medida.
A Polícia Federal pediu a prisão preventiva de MC Ryan SP, Poze do Rodo e Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, após habeas corpus no STJ. A ação integra a Operação Narco Fluxo, que investiga lavagem de dinheiro superior a R$ 1,6 bilhão. Os investigados são alvo de novas medidas de custódia.
A PF contesta decisão do STJ que concedeu habeas corpus aos detidos, e enviou nova representação ao judiciário. A instituição alega que há provas consistentes de que o grupo movimentou recursos ilícitos por meio de apostas, rifas clandestinas e tráfico de drogas, com empresas de fachada.
A investigação aponta uso de laranjas e remessas ao exterior para ocultar a origem dos recursos. A PF afirma que o cenário exige prisão preventiva para garantir a ordem pública e evitar continuidade dos ilícitos ou interferência na produção de provas.
Impasse jurídico na Narco Fluxo
O caso ganhou contornos recentes após o relator do STJ, ministro Messod Azulay Neto, considerar o prazo de 30 dias para a prisão temporária inadequado. O juízo de origem havia fixado prazo maior que o originalmente solicitado pela PF.
Argumentos da defesa e próximos passos
Defesas contestam a necessidade da nova preventiva, questionando fatos novos e a coerência do pedido. Os advogados afirmam que a decisão do STJ já deveria ter implicado a revogação da prisão. Investigação segue sem previsão de conclusão.
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