- A prefeitura e o governo de São Paulo firmaram um acordo com a iniciativa privada para requalificar parte do centro e criar um espaço inspirado na Times Square.
- O projeto, assinado pela Subprefeitura da Sé e pela empresa FDB Digital, foca a Avenida São João, entre o Largo do Paissandu e a Praça Júlio Mesquita, em cerca de 42 mil metros quadrados.
- Estão previstas restaurações de fachadas históricas, mobiliário urbano, áreas verdes e intervenções de iluminação cênica, com o projeto seguindo diretrizes do Plano Municipal da Mata Atlântica.
- Quatro grandes painéis de LED serão instalados em edifícios da região, incluindo o Cine Paris República e o Edifício New York, com exibição de mensagens institucionais até trinta por cento do tempo de funcionamento.
- A empresa parceira arcaria com todos os custos, a vigência é de 36 meses e, ao final, as melhorias passam a fazer parte do patrimônio público, com fiscalização e possibilidade de ajustes pela prefeitura.
O governo de São Paulo, a prefeitura da capital e a iniciativa privada assinaram um acordo para requalificar uma das principais vias do centro, criando um espaço inspirado na Times Square. O acordo envolve a Subprefeitura da Sé e a empresa FDB Digital, com foco na avenida São João. A ação visa intervenções urbanas, paisagísticas e culturais ao longo de um trecho de cerca de 42 mil metros quadrados, entre o Largo do Paissandu e a Praça Júlio Mesquita. A motivação é revitalizar o centro, atraindo circulação de pessoas e investimentos.
A parceria prevê restauração de fachadas históricas, incluindo a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, mobiliário urbano, ampliação de áreas verdes e requalificação de calçadas. Como contrapartida, serão instalados quatropainéis de LED em edifícios da região, entre eles o Cine Paris República e o Edifício New York. Os painéis poderão exibir mensagens institucionais de apoiadores culturais em até 30% do tempo de funcionamento, com limitações por hora.
Painéis de LED e patrimônio
A iniciativa também contempla iluminação cênica, comunicação visual urbana e estudos técnicos de drenagem, arborização e reorganização de áreas de embarque e desembarque. A empresa responsável arca com todos os custos, sem ônus ao município, e deve seguir diretrizes de órgãos como CPPU e Conpresp. Compromete-se a obter as autorizações necessárias e a preservar bens históricos ao longo do processo. O termo tem vigência de 36 meses, com a possibilidade de permanência das melhorias como patrimônio público ao término. A prefeitura ficará responsável pela fiscalização e pode solicitar ajustes ou suspender atividades em caso de descumprimento.
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