Em Alta NotíciasPessoasConflitosAcontecimentos internacionaisPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Celso de Mello apoia Cármen Lúcia, relatora do código de ética no STF

Celso de Mello apoia Cármen Lúcia na relatoria do código de ética do STF, sinalizando compromisso real com integridade e confiança pública

Celso de Mello e Cármen Lúcia, durante sessão no STF em 2017
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente do STF, Edson Fachin, designou a ministra Cármen Lúcia como relatora da proposta do código de ética.
  • Celso de Mello, ministro aposentado, diz que a escolha sinaliza que o código não será apenas retórico, mas um compromisso com padrões objetivos de integridade.
  • A ideia é fortalecer a confiabilidade da Justiça e a dignidade institucional da Suprema Corte.
  • O objetivo é que a conduta exemplar dos magistrados sustente a credibilidade da Justiça.
  • O tema envolve a defesa de uma ética pública que aproxime o Judiciário de questões sociais, segundo a visão citada pelo ex-decano.

Celso de Mello, ministro aposentado e ex-presidente do STF, concedeu à coluna uma visão exclusiva sobre a criação de um código de ética para o tribunal. O ex-decano afirmou que, ao indicar a ministra Cármen Lúcia como relatora da proposta, o presidente Edson Fachin sinaliza que o tema não ficará apenas no papel.

Segundo o relato, a ideia é que o código de conduta tenha parâmetros objetivos de integridade. A meta é fortalecer a confiança pública, proteger a dignidade institucional da Suprema Corte e assegurar que a credibilidade da Justiça se sustente na conduta exemplar dos magistrados.

De acordo com Celso de Mello, a deontologia não restringe a magistratura, mas a preserva e fortalece. Ele destacou que o ethos republicano depende da conduta ética dos julgadores para a legitimidade do sistema jurídico.

O ministro revelou ainda que a atuação de Fachin ao delegar a relatoria a Cármen Lúcia pode sinalizar uma trajetória prática do código, com foco na aplicação de regras no dia a dia do tribunal. Não houve, até o momento, outro anúncio público sobre o conteúdo definitivo da proposta.

A ideia de um código de ética já havia sido discutida em diferentes instâncias do Judiciário, com debates sobre como alinhar conduta, transparência e responsabilidade. A expectativa é de que a relatoria traga um diagnóstico claro sobre lacunas e caminhos de implementação.

A notícia destaca ainda que a direção do STF tem recebido críticas de vozes do meio jurídico sobre distância entre decisões e questões sociais. A leitura é de que o código poderá servir como instrumentação para reduzir distorções percebidas entre prática judiciária e responsabilidade institucional.

A reportagem manteve o foco em informações oficiais e declarações públicas, sem opinions pessoais, e cita a importância de um marco ético que possa melhorar a imagem institucional do STF diante da sociedade.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais