- A Prefeitura de Belo Horizonte decidiu manter o corte no Samu, mesmo com mobilização de trabalhadores e pressão popular.
- Novo protesto ocorreu nesta quarta-feira, 24, em frente ao Hospital João XXIII, na capital mineira.
- O movimento criou uma petição online para reunir assinaturas contra o corte, que busca reduzir custos e reorganizar o serviço público.
- A prefeitura afirma que o corte é necessário para equilibrar as finanças municipais; trabalhadores defendem que há alternativas sem prejudicar o atendimento.
- A Secretaria Municipal de Saúde disse estar aberta ao diálogo e buscar soluções para a sustentabilidade do sistema, mas o corte ainda não foi revogado; a mobilização continua.
A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) manteve o corte no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após mobilização de trabalhadores e pressão popular. Nesta quarta-feira, 24, profissionais se reuniram em frente ao Hospital João XXIII para pedir a revogação da medida.
Os trabalhadores lançaram uma petição online para reunir assinaturas contra o corte, alegando que a redução de custos compromete a qualidade do atendimento e pode colocar em risco a vida dos pacientes. A prefeitura afirma que o ajuste busca equilibrar as finanças municipais.
A equipe do Samu participou do protesto com faixas e cartazes. A manifestação foi pacífica e contou com apoio de pessoas que passavam pelo local. A Secretaria Municipal de Saúde disse estar aberta ao diálogo e buscará alternativas para manter a sustentabilidade do sistema, mas não houve mudança na decisão até o momento.
Situação atual e próximos passos
O movimento confirmou a continuidade da mobilização, ressaltando a importância de manter o serviço de urgência funcionando com qualidade. A PBH não divulgou novas propostas públicas para revogação do corte. A administração municipal reforça a necessidade de ajustes para o equilíbrio financeiro.
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