- Em Washington, o professor Cole Allen, 31 anos, deve comparecer nesta segunda-feira (27) a um tribunal federal, sendo acusado de uso de arma de fogo e agressão a um agente federal após tentar entrar armado no jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca.
- Autoridades dizem que ele tinha como alvo o presidente Donald Trump e altos funcionários do governo.
- O FBI afirmou que reuniu e-mails, publicações em redes sociais, entrevistas com testemunhas e conversas com pessoas próximas ao atirador para entender a mentalidade e as intenções dele.
- O The New York Post divulgou trechos de um suposto manifesto do autor indicando Trump e membros do governo como alvos; investigadores analisam o conteúdo para entender a motivação.
- O acusado se justificou como cidadão que não aceita que um “pedófilo, estuprador e traidor” atue em seu nome, e disse que usaria chumbo em vez de balas para reduzir danos collaterais; o líder da Casa Branca citou motivação por ódio anticristão, segundo trecho do manifesto.
Cole Allen, 31, professor residente na Califórnia, irá a um tribunal federal em Washington nesta segunda-feira (27). Ele é apontado como suspeito de uso de arma de fogo e agressão a um agente federal após tentar entrar armado no jantar anual da WHCA.
O caso envolve o possível alvo do ataque, o presidente Donald Trump, e altos integrantes de seu governo, segundo as autoridades. A investigação aponta que o atentado poderia ter motivação política ligada ao atual governo.
No fim de semana, agentes divulgaram imagens do episódio ocorrido no jantar. O suspeito foi detido pelo Serviço Secreto e será encaminhado para a corte federal, onde pode enfrentar acusações formais.
Detalhes da investigação
O diretor do FBI, Kash Patel, afirmou que a apuração envolve dados recolhidos em e-mails, publicações em redes sociais, depoimentos de testemunhas e conversas com familiares, amigos e vizinhos para entender a mentalidade do acusado.
Relatórios de jornal destacaram um manifesto atribuído ao autor, com menção a membros do governo de Trump como alvos. A análise do documento busca esclarecer as motivações por trás da ação.
A avaliação preliminar também envolve a descrição dada pelo agressor de sua conduta, incluindo alegações sobre sua posição como cidadão que não toleraria determinadas ações contra seus alvos. Detalhes do conteúdo vêm sendo verificados pelas autoridades.
Pouco antes do incidente, uma publicação da Truth Social mostrou imagens relacionadas ao agressor sob custódia do Serviço Secreto. A avaliação oficial continua em andamento para confirmar ligas entre o suposto manifesto e a atitude do acusado.
Contexto e próximos passos
A Casa Branca informou que as investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do episódio. Autoridades destacam que o caso permanece sob análise judiciais e que as acusações podem se ampliar conforme novas evidências surgirem.
As autoridades reiteram que não há confirmação de outros envolvidos, mas permanecem cautelosas enquanto a investigação prossegue para esclarecer a extensão de possíveis motivações e redes de apoio.
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