- A deputada federal Simone Marquetto (PP‑SP) confirmou estar entre os nomes cogitados para a vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL, ex‑presidente).
- Ela participou do programa Café com a Gazeta, da Gazeta do Povo, e disse estar feliz com a lembrança de seu nome para vice.
- Na entrevista, Simone analisou a crise institucional no Brasil e o desgaste do Supremo Tribunal Federal, afirmando que a Corte perdeu credibilidade.
- Citou o caso do ex‑governador Romeu Zema, atacado por críticas ao STF, como exemplo de necessidade de resgatar o respeito entre instituições.
- A deputada defendeu que políticos e o Judiciário devem baixar a guarda, com a população ao lado para fortalecer governabilidade.
Simone Marquetto (PP-SP) está entre os nomes avaliados para compor a vice-presidência na chapa de Flávio Bolsonaro (PL). Em entrevista ao programa Café com a Gazeta, da Gazeta do Povo, a congressista confirmou conversas com o senador e disse ficar feliz com a lembrança de seu nome.
Na conversa, a deputada avaliou a crise institucional vivida pelo país, com críticas ao Supremo Tribunal Federal. Ela afirmou que, embora respeite os ministros, eles teriam perdido credibilidade e que a atuação da Corte ganhou contornos mais próximos do cotidiano político, com ataques de ambos os lados.
A parlamentar mencionou o caso envolvendo Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais, atacado por um ministro do STF após críticas à Corte. Ela defendeu a necessidade de resgatar o respeito entre instituições, destacando que o ambiente político e judicial estaria agindo por vingança, sem o devido respeito.
Para Marquetto, o momento exige que políticos e Judiciário expressem mais moderação, com a população recebendo o apoio necessário para sustentar eventuais argumentações em defesa de suas posições.
Cenário político para a chapa
Ela ressaltou que o respaldo popular é visto como fundamental para sustentar decisões e posicionamentos no momento de defender propostas. Segundo a parlamentar, a convergência entre votantes e lideranças pode fortalecer a atuação de um eventual governo.
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