Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mesmo com vantagem de Paes, Rio pode mudar bastante, diz Quaest

Mesmo com Paes à frente, 4 em cada 10 eleitores não têm voto definido e 59% podem mudar até outubro, mantendo volatilidade no Rio

Eduardo Paes em comício (foto: Instagram)
0:00
Carregando...
0:00
  • Paes lidera a pesquisa Genial/Quaest com 34% das intenções de voto no primeiro turno para o governo do Rio de Janeiro.
  • 20% dos entrevistados não sabem em quem votar e outros 20% declararam voto branco ou nulo, totalizando quase quatro em cada dez eleitores com voto incerto.
  • 59% afirmam que ainda podem mudar de voto até outubro; apenas 39% têm decisão definitiva.
  • Entre os demais candidatos, Douglas Ruas aparece com 9% e Anthony Garotinho com 8%, enquanto Wilson Witzel soma 3%.
  • O cenário é influenciado pela instabilidade política local, com renúncia e cassação de Cláudio Castro e saída do vice para o TCE, além de decisão do STF que manteve o governador interino Ricardo Couto.

A liderança de Eduardo Paes (PSD) na disputa pelo governo do Rio convive com elevado índice de incerteza. O levantamento aponta Paes com 34% das intenções de voto no primeiro turno, mas o cenário permanece em construção.

Ainda segundo a pesquisa Genial/Quaest, 20% dos entrevistados não sabem em quem votar e 20% votam branco ou nulo. Juntos, esses eleitores representam cerca de quatro em cada dez, mantendo espaço para mudanças durante a campanha.

Quando questionados sobre a firmeza da escolha, 59% dizem poder mudar o voto até outubro. Apenas 39% já têm decisão definitiva, o que reduz a previsibilidade da eleição neste momento.

Fragmentação entre adversários

A seguir, Douglas Ruas (PL) aparece com 9% e Anthony Garotinho (Republicanos) soma 8%, ambos próximos. Wilson Witzel (DC) tem 3%. A disputa apresenta distribuição pulverizada, dificultando a consolidação de uma alternativa competitiva a curto prazo.

A fragmentação sugere que movimentos de campanha podem redistribuir o eleitorado, especialmente caso surjam novos temas ou propostas relevantes. O cenário favorece volatilidade nos próximos meses.

Ambiente político

A campanha ocorre em meio a mudanças institucionais no estado: a renúncia e cassação do ex-governador Cláudio Castro (PL) e a saída do vice Thiago Pampolha para o TCE criaram vacância no Executivo. O STF manteve o desembargador Ricardo Couto como governador interino.

Essa combinação de fatores institucionais tende a impactar o comportamento do eleitor durante a campanha, ampliando a insegurança sobre o resultado. A pesquisa foi realizada com 1.200 eleitores entre 21 e 25 de abril, com margem de erro de três pontos percentuais.

RJ-00613/2026. O levantamento mostra Paes à frente, mas com possibilidade real de mudanças significativas ao longo da disputa.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais