- Renata Abreu, presidente do Podemos, confirmou que o partido terá dois nomes para o Senado em São Paulo: Delegado Palumbo e Geraldo Rufino.
- Um dos dois será escolhido como candidato ao Senado, segundo a dirigente após jantar promovido pela Esfera.
- O Podemos confirmou apoio ao governador Tarcísio de Freitas em São Paulo, mantendo diálogo com o governo estadual.
- A legenda avalia a possibilidade de lançar candidatura própria ao Senado, mantendo portas abertas a acordos.
- Em nível nacional, o Podemos se apresenta mais alinhado ao centro-direita; o apoio presidencial depende de consultas internas e de um nome moderado.
O Podemos definiu Palumbo e Rufino como os dois nomes em disputa pelo Senado em São Paulo. A presidente do partido, Renata Abreu, afirmou que a sigla trabalhará com uma das duas opções para a cadeira no Senado estadual.
Ela informou que, nesta definição, 2 nomes aparecem como candidatos: o Delegado Palumbo e o empresário Geraldo Rufino. Abreu também destacou que o partido mantém diálogo com o governador Tarcísio de Freitas e que há apoio ao governo em São Paulo.
A presidente nacional do Podemos confirmou a intenção de lançar candidatura própria ao Senado, sem indicar prazo para a decisão final. A mobilização ocorre em meio a discussões internas sobre o alinhamento nacional do partido.
Aliança com o governo de SP
Renata Abreu disse que o Podemos apoia Tarcísio de Freitas no estado. A legenda avaliou positivamente a gestão do governador e reforçou o diálogo com o Palácio dos Bandeirantes. Foi mencionada a possibilidade de formalizar o apoio em composição com o Senado.
Ela detalhou que, embora o apoio local seja firme, a sigla mantém consultas internas sobre o cenário nacional. O objetivo é definir uma posição que possa representar moderar o discurso em âmbito federal.
Cenário nacional em foco
Segundo a dirigente, o perfil atual do Podemos tende ao centro-direita. A decisão sobre apoio à candidatura presidencial depende de consultas internas entre líderes do partido. Abreu destacou que o ambiente político permanece aberto e competitivo.
Ela ainda pontuou que o peso das redes sociais pode influenciar o curso da campanha, exigindo ajustes estratégicos conforme os movimentos políticos evoluam. A avaliação é de que é necessário manter uma pauta moderada.
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