- O ex-ministro Luís Roberto Barroso disse que utilizava inteligência artificial para resumir processos no Supremo Tribunal Federal, visando otimizar o trabalho.
- Ele afirmou que a IA ajudava a facilitar a compreensão e a análise dos casos pelos ministros.
- Barroso disse que o uso de IA no Judiciário ainda está em fase inicial, mas tem potencial para aumentar a eficiência e a transparência.
- Barroso deixou o STF em 14 de outubro de 2025, aos 67 anos, após mais de três anos como presidente da Corte.
- A declaração foi feita em evento na Fundação Getulio Vargas, onde ele atua como professor e pesquisador.
O ex-ministro Luís Roberto Barroso afirmou, durante evento na Fundação Getulio Vargas (FGV), que utilizava inteligência artificial para resumir processos no Supremo Tribunal Federal. A prática visava otimizar a leitura e a análise dos casos pela Corte.
Barroso explicou que as ferramentas de IA ajudavam a sintetizar informações dos processos, tornando mais ágil a compreensão dos temas por parte dos ministros. A ideia é ampliar a eficiência na gestão de grandes volumes de ações.
Ele destacou que a IA no Judiciário ainda está em estágio inicial, mas tem potencial para ampliar a eficiência e a transparência do sistema. A afirmação surgiu em conversa com pesquisadores e alunos da instituição.
O ex-ministro deixou o STF em 14 de outubro de 2025, aos 67 anos, após mais de três anos na presidência da Corte. Barroso ressaltou que a experiência com IA foi uma das inovações buscadas durante sua gestão.
Uso da IA no Judiciário
A entrevista ocorreu no âmbito de uma palestra na FGV, onde Barroso atua como professor e pesquisador. Ele ressaltou a necessidade de o Judiciário acompanhar inovações tecnológicas para melhorar o serviço à sociedade.
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