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Família de Moraes processa Alessandro Vieira por declaração sobre PCC

Escritório da família Moraes processa Alessandro Vieira por declarações sobre recursos do Master a parentes do ministro, citando relação com PCC, e pede R$ 60 mil

Senador Alessandro Vieira | Andressa Anholete/Agência Senado
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  • O escritório Barci de Moraes, da família do ministro Alexandre de Moraes, abriu ação contra o senador Alessandro Vieira por declarações relacionadas à CPI do Crime Organizado e a parentes do ministro.
  • A ação, na vara cível da comarca de São Paulo, solicita indenização de R$ 20 mil para Moraes e igual valor para familiares, totalizando R$ 60 mil.
  • Vieira afirmou, em entrevista ao SBT News, o repasse de recursos de contas do Master para familiares do ministro.
  • O escritório afirma que as declarações foram injuriosas e difamatórias, associando a família ao PCC (Primeiro Comando da Capital).
  • Vieira disse que não afirmou que dinheiro do PCC pagou o Barci de Moraes e que apenas mencionou recebimentos de um grupo criminoso; o caso envolve o contrato de R$ 129 milhões entre Barci de Moraes e o Master, já amplamente divulgado.

O escritório Barci de Moraes, ligado à família do ministro Alexandre de Moraes, acionou o senador Alessandro Vieira por declarações ligadas à CPI do Crime Organizado. A ação tramita na vara cível da comarca de São Paulo e pede indenização de 20 mil reais ao ministro, mais 40 mil aos familiares, totalizando 60 mil.

A ação sustenta que Vieira fez afirmações públicas injuriosas ao associar a família Moraes a atividades do PCC, sem relação direta entre facção e os parentes do ministro. A defesa afirma não haver investigação contra os autores ou contra a sociedade de advogados envolvida.

Em março, durante entrevista ao SBT News, Vieira mencionou repasses de recursos do grupo Master para familiares de Moraes. O escritório alega que as declarações foram feitas fora do recinto parlamentar, sob a justificativa de comentários sobre a CPI.

O senador rebateu o processo, afirmando ter apenas indicado a existência de dinheiro de um grupo criminoso com possíveis ligações a autoridades. O caso envolve ainda a relação entre o Master, o escritório Barci de Moraes e o Ministério Público, com o foco em danos à honra dos envolvidos.

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Família de Moraes processa Alessandro Vieira por declaração sobre PCC

Escritório da família de Alexandre de Moraes processa Alessandro Vieira por declarações sobre PCC, pedindo indenização total de R$ 60 mil

Senador Alessandro Vieira | Andressa Anholete/Agência Senado
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  • O escritório Barci de Moraes, da família do ministro Alexandre de Moraes, moveu ação civil contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) por declarações sobre a CPI do Crime Organizado.
  • A ação, na vara cível da comarca de São Paulo, pede indenização de R$ 20 mil para Moraes e aproximadamente R$ 40 mil para familiares, totalizando R$ 60 mil.
  • As acusações referem-se a declarações durante entrevista ao SBT News sobre supostos repasses de recursos do Master para parentes do ministro.
  • O escritório sustenta que as declarações foram injuriosas e difamatórias, associando a família ao PCC (Primeiro Comando da Capital), o que eles negam.
  • Vieira afirmou que mencionou “recebimento de recursos de um grupo criminoso” e citou o Master, cuja relação com a família já é alvo de apurações públicas; o contrato de R$ 129 milhões entre Barci de Moraes e o Master é mencionado na reportagem.

O escritório Barci de Moraes, ligado à família do ministro Alexandre de Moraes, acionou o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) na Justiça. A ação cobra indenização de 60 mil reais, distribuídos entre Moraes e familiares, pela tentativa de relacionar a família ao PCC em declarações sobre a CPI do Crime Organizado.

A representação tramita na vara cível da comarca de São Paulo. Segundo a defesa, as declarações do senador foram públicas, injuriosas e difamatórias, sem qualquer relação com investigações que envolvam os autores ou a sociedade de advogados.

Em março, Vieira afirmou em entrevista ao SBT News que haveria repasse de recursos de um banco associado ao grupo Master para familiares de Moraes. O escritório sustenta que as afirmações associaram a esposa do ministro a atividade criminosa.

O senador rebateu o processo, dizendo que não afirmou que o dinheiro do PCC pagou o Barci de Moraes, apenas mencionou recebimentos de um grupo criminoso. Ele disse que as gravações comprovam a natureza das declarações.

A ação sustenta que Vieira estava fora do plenário quando fez as acusações, que seriam oportunistas e ofensivas aos direitos de personalidade dos autores, incluindo a esposa do ministro.

Contexto da entrevista e do contrato

Na entrevista, Vieira, relator da CPI do Crime Organizado, mencionou supostas ligações entre o Master e familiares de Moraes, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Segundo ele, haveria indícios de pagamento a autoridades e servidores.

O caso envolve ainda o contrato de 129 milhões de reais entre o escritório Barci de Moraes e o banco Master, divulgado em reportagem do jornal O Globo no ano passado. O Master é alvo de investigações da Polícia Federal.

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