- O presidente do PSD, Kassab, afirmou que Lula “sabe gastar, mas não sabe administrar” a máquina pública, durante almoço empresarial em São Paulo.
- Kassab disse que o governo petista herdou uma boa base econômica e, com o tempo, perdeu eficiência, apesar de reconhecer programas como Minha Casa Minha Vida, Luz pra Todos e Bolsa Família.
- O dirigente destacou que o PSD hoje tem dois ministros no governo Lula: Alexandre Silveira (Minas e Energia) e André de Paula (Agricultura e Pecuária).
- Na avaliação de Kassab, o 1º ciclo do PT começou bem, mas deteriorou-se; citou a saída de Dilma Rousseff como crise econômica e política e classificou o governo de Michel Temer como “bom”.
- Sobre a eleição de 2026, afirmou que não vê Lula nem Flávio Bolsonaro como favoritos devido à rejeição, defendeu candidatura própria do PSD e elogiou Ronaldo Caiado como o candidato mais completo entre as possibilidades.
Kassab, presidente do PSD, afirmou durante um almoço empresarial em São Paulo que o presidente Lula sabe gastar, mas não administra bem a máquina pública. O evento ocorreu no Hotel W, em encontro com empresários e autoridades.
O dirigente avaliou governos desde a redemocratização e disse que Lula herdou uma situação favorável, com espaço fiscal e crescimento global que teriam permitido “surfar na boa herança”. O PSD mantém dois ministros no governo.
O ex-governador citou programas do governo federal, como Minha Casa Minha Vida, Luz para Todos e Bolsa Família, mas criticou a gestão por falta de eficiência. Ele ressaltou que houve perda de qualidade ao longo do tempo.
Disputa Eleitoral
Kassab disse não enxergar Lula nem Flávio Bolsonaro como favoritos nas pesquisas de 2026, citando rejeição elevada entre eleitores. Alega que números refletem reconhecimento de nomes e não um cenário de campanha consolidado.
O presidente do PSD reafirmou a candidatura própria da sigla para 2026 e elogiou Ronaldo Caiado, descrevendo-o como o candidato mais completo entre os possíveis concorrentes. Disse que Caiado tem histórico de governo sem denúncias.
Kassab lembrou ainda que candidaturas menos conhecidas podem emergir a partir de campanhas com forte engajamento de formadores de opinião. Concluiu defendendo participação ativa de empresários e lideranças na política.
O dirigente apontou críticas à transparência, ao tamanho do Estado e à carga tributária. Defendeu um governo “honesto, experiente e com coragem para fazer reformas” para atrair investimentos e melhorar o ambiente econômico.
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