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Puig vende a marca Aromas de Castilla por 20 mil euros

Puig autoriza venda da marca Aromas de Castilla por até 20 mil euros, exigindo aprovação da assembleia por ser ativo essencial segundo estatutos

The logo of Spanish beauty group Puig is pictured at the entrance of its headquarters in Hospitalet de Llobregat, next to Barcelona, Spain March 24, 2026. REUTERS/ Albert Gea
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  • Puig realizará, em 29 de maio, a assembleia geral ordinária para aprovar as contas de 2025 e renovar grande parte do conselho de administração.
  • Em pauta, a venda da marca Aromas de Castilla, autorizada pelo artigo 17bis dos estatutos, com preço de até 20.000 euros e já com comprador não identificado.
  • A marca é classificada como ativo essencial por ser notória, já que foi registrada em 1971, atendendo ao critério de notoriedade.
  • O valor econômico da marca não supera 25% do valor dos ativos do último balanço aprovado, e não é destacada como ativo relevante nos documentos de 2024.
  • O presidente do Banco Sabadell, Josep Oliu, não se candidateia à reeleição e deixou de ser conselheiro dominical, segundo o relatório apresentado; fato separado da venda da marca.

A organização de Puig aprovou a venda de uma de suas marcas menos relevantes, Aromas de Castilla, por um valor estimado de até 20 mil euros. A decisão consta no pedido de venda incluído na ordem do dia da próxima assembleia geral de acionistas. A reunião está marcada para 29 de maio.

O encontro permitirá a ratificação das contas de 2025 e a renovação de parte do conselho de administração. Josep Oliu, presidente do Banco Sabadell, não buscará a reeleição e renunciou ao cargo acionista dominante do grupo Exea. Oliu não participa da votação sobre a venda.

A operação de venda é justificada pela posição da marca como ativo não essencial para o grupo, segundo o informe de justificativa apresentado aos acionistas. A Aromas de Castilla representa uma parcela residual do portfólio de Puig, que hoje foca em produtos de alto valor agregado.

Detalhes da proposta e fundamentação

O preço de transmissão permanece acima do valor contábil da marca, segundo o documento. O comprador já estaria identificado, embora não tenha sido revelado. A venda depende da aprovação da assembleia, conforme o artigo 17bis dos estatutos da Puig.

Para ser considerada marca notória e, assim, sujeita à aprovação da assembleia, Aromas de Castilla cumpre o critério de ter sido propriedade da Puig por pelo menos 10 anos. O registro inicial ocorreu em 31 de março de 1971, passando a integrar o ativo essencial segundo o estatuto da empresa.

O relatório descreve ainda que o valor econômico da marca não excede 25% do valor total dos ativos no último balanço aprovado, o que reforça a natureza não estratégica da venda. A decisão é apresentada como exclusiva do proposed.

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