- Puig realizará, em 29 de maio, a assembleia geral ordinária para aprovar as contas de 2025 e renovar grande parte do conselho de administração.
- Em pauta, a venda da marca Aromas de Castilla, autorizada pelo artigo 17bis dos estatutos, com preço de até 20.000 euros e já com comprador não identificado.
- A marca é classificada como ativo essencial por ser notória, já que foi registrada em 1971, atendendo ao critério de notoriedade.
- O valor econômico da marca não supera 25% do valor dos ativos do último balanço aprovado, e não é destacada como ativo relevante nos documentos de 2024.
- O presidente do Banco Sabadell, Josep Oliu, não se candidateia à reeleição e deixou de ser conselheiro dominical, segundo o relatório apresentado; fato separado da venda da marca.
A organização de Puig aprovou a venda de uma de suas marcas menos relevantes, Aromas de Castilla, por um valor estimado de até 20 mil euros. A decisão consta no pedido de venda incluído na ordem do dia da próxima assembleia geral de acionistas. A reunião está marcada para 29 de maio.
O encontro permitirá a ratificação das contas de 2025 e a renovação de parte do conselho de administração. Josep Oliu, presidente do Banco Sabadell, não buscará a reeleição e renunciou ao cargo acionista dominante do grupo Exea. Oliu não participa da votação sobre a venda.
A operação de venda é justificada pela posição da marca como ativo não essencial para o grupo, segundo o informe de justificativa apresentado aos acionistas. A Aromas de Castilla representa uma parcela residual do portfólio de Puig, que hoje foca em produtos de alto valor agregado.
Detalhes da proposta e fundamentação
O preço de transmissão permanece acima do valor contábil da marca, segundo o documento. O comprador já estaria identificado, embora não tenha sido revelado. A venda depende da aprovação da assembleia, conforme o artigo 17bis dos estatutos da Puig.
Para ser considerada marca notória e, assim, sujeita à aprovação da assembleia, Aromas de Castilla cumpre o critério de ter sido propriedade da Puig por pelo menos 10 anos. O registro inicial ocorreu em 31 de março de 1971, passando a integrar o ativo essencial segundo o estatuto da empresa.
O relatório descreve ainda que o valor econômico da marca não excede 25% do valor total dos ativos no último balanço aprovado, o que reforça a natureza não estratégica da venda. A decisão é apresentada como exclusiva do proposed.
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