- AtlasIntel/Bloomberg aponta empate técnico em segundo turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Jair Bolsonaro, em cenários estimulados.
- No primeiro turno, Lula lidera com 46,6%, seguido de Flávio Bolsonaro com 39,7% (cenário com menos candidatos). Em cenário com mais nomes, Lula tem 44,2% e Flávio 39,3%.
- Em cenário com Haddad no lugar de Lula, Haddad fica à frente de Flávio Bolsonaro, com 40,5% contra 39,2% (empate técnico).
- Em segundo turno sem Lula, mas com Haddad e Alckmin contra Flávio, o filho do ex-presidente fica na frente.
- A pesquisa ouviu 5.008 pessoas entre 22 e 27 de outubro, com margem de erro de 1 ponto percentual e nível de confiança de 95%.
O AtlasIntel/Bloomberg divulgou nesta terça-feira (28) uma pesquisa que aponta empate técnico em um eventual segundo turno na eleição presidencial. O levantamento envolve Lula, Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Jair Bolsonaro, este último preso e inelegível até 2030.
O estudo foi conduzido na modalidade estimulada, testando diferentes cenários para este ano. Em todos, Lula aparece na liderança no primeiro turno, mas a disputa fica acirrada se houver segundo turno.
Primeiro turno
Lula aparece na frente em 46,6% das intenções de voto no cenário inicial, seguido por Flávio Bolsonaro com 39,7%. Em cenário com mais candidatos, Lula tem 44,2% e Flávio 39,3%.
Haddad ou Alckmin contra Flávio
Quando Haddad substitui Lula, o ex-ministro tem 40,5% e Flávio 39,2%, gerando empate técnico dentro da margem de erro. Renan Santos soma 5,8%, Zema 3,8%, Caiado 3,6%, Cury 1,3% e Rebelo 0,5%.
Sem Lula na disputa
Em segundo turno entre Haddad e Flávio contra Alckmin, por fim, Haddad não sustenta a dianteira e Flávio fica na frente em alguns cenários, mantendo a dinâmica de empate técnico.
Metodologia e dados
A pesquisa BR-07992/2026 ouviu 5.008 pessoas entre 22 e 27 de abril, por recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de 1 ponto percentual, com 95% de confiança. Os cenários testados envolvem Haddad e Alckmin como substitutos de Lula.
Observações finais
O levantamento crédito ao TSE não altera a metodologia. Os números refletem cenários simulados, com e sem Lula na disputa, e destacam volatilidade nas intenções de voto para um possível segundo turno.
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