- Malafaia descartou a possibilidade de um ato ecumênico em prol da candidatura de Flávio Bolsonaro com a participação de católicos.
- O pastor enfatiza que não pretende dividir o palco com lideranças católicas, mantendo o apoio ao eleitorado evangélico.
- Flávio Bolsonaro vê o favoritismo de Lula entre católicos como um entrave e busca aproximar-se de lideranças desse segmento.
- A possibilidade de uma união de líderes religiosos em torno da campanha foi descartada.
- Neste domingo, Flávio Bolsonaro e Silas Malafaia devem participar de um ato no Rio de Janeiro.
O pastor Silas Malafaia descartou a possibilidade de um ato ecumênico em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência que conte com a participação de lideranças católicas. Ele destacou que não pretende dividir o palco com representantes de outra fé e que isso poderia gerar repercussões negativas entre seus fiéis.
A visão de Flávio Bolsonaro é de que Lula tem vantagem entre católicos, o que ele vê como um entrave na sua campanha. A ideia de uma união de líderes religiosos, envolvendo católicos e evangélicos, foi considerada, mas, segundo Malafaia, não será adotada.
Malafaia afirma que a maioria do eleitorado evangélico, por seu perfil conservador, tende a apoiar Flávio. Ele explicou que eventuais gestos de aproximação com católicos devem ocorrer de maneira paralela às ações voltadas ao seu público evangélico.
Ato no Rio de Janeiro
Neste domingo, Flávio Bolsonaro e Silas Malafaia participarão de um ato no Rio de Janeiro. A agenda visa fortalecer a relação com o eleitorado evangélico, sem promover a união com lideranças católicas. O objetivo é manter o foco na base religiosa conservadora.
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