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Prefeitura do Rio cancela registro de bar após placa contra EUA e Israel

Prefeitura cancela registro do bar Partisan, na Lapa, após placa discriminatória contra cidadãos dos EUA e de Israel; multa de R$ 9.520

Bar na Lapa, no centro do Rio, é multado pelo Procon por preconceito contra judeus
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  • O bar Partisan, na Lapa, região central do Rio de Janeiro, teve o registro municipal cancelado pela prefeitura após exibir uma placa direcionada a cidadãos dos EUA e de Israel.
  • O estabelecimento foi multado em R$ 9.520 no dia 4, por mensagem discriminatória considerada proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.
  • A denúncia viralizou na internet, gerando indignação pública e abertura de investigação pelas autoridades.
  • A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor informou a decisão de cancelamento do alvará e a autuação do bar.
  • O responsável pelo bar afirmou nas redes sociais que não houve proibição de acesso, alegando tratar-se de manifestação política simbólica sem força normativa ou impedimento físico.

O bar Partisan, localizado na Lapa, centro do Rio de Janeiro, teve o registro municipal cancelado pela prefeitura após exibir uma placa que discriminava cidadãos dos Estados Unidos e de Israel. A ação foi anunciada após denúncias online sobre a mensagem no estabelecimento.

No dia 4 de abril, o espaço recebeu uma multa de 9.520 reais, aplicada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor. A autuação considerou a mensagem discriminatória como violação ao Código de Defesa do Consumidor.

A prefeitura informou que o conteúdo da placa era discriminatório e proibido. A instituição destacou que atos de preconceito não são tolerados no espaço público comercial do município.

Os responsáveis pelo bar usaram as redes sociais para se defender, afirmando que a suposta política não existia e que a mensagem seria uma manifestação política e simbólica, sem força normativa ou impedimento físico.

Medidas adotadas pela prefeitura

A Secretaria ressaltou que o cancelamento do registro impede o funcionamento regular do estabelecimento até regularização. A fiscalização continuará a monitorar denúncias de discriminação em locais comerciais da cidade.

Defesa do estabelecimento

O responsável pelo bar disse, em redes sociais, que não há proibição de acesso a qualquer grupo. Afirmou ainda que trata-se de uma posição política não vinculante a normas de atendimento.

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