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STF decide se Malafaia vira réu por ataques a generais

Primeira Turma do STF retoma nesta terça a análise da denúncia da PGR contra Silas Malafaia por calúnia e injúria contra generais do Exército

O pastor Silas Malafaia participa de protesto na Avenida Paulista
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  • A Primeira Turma do STF vai retomar nesta terça o julgamento da denúncia da PGR contra o pastor Silas Malafaia por calúnia e injúria, relacionada a ataques a generais do Exército, incluindo o atual comandante Tomás Paiva.
  • A acusação aponta que Malafaia chamou os oficiais de “cambada de frouxos” e “cobardes” e questionou a honra da farda após a prisão do ex-ministro Walter Braga Netto.
  • O procurador-geral da República, Paulo Gonet, disse que houve claro propósito de constranger e ofender os oficiais-generais, entre eles o comandante Tomás Paiva.
  • O julgamento começou no plenário virtual em março, com voto de Moraes pela aceitação da denúncia; Cristiano Zanin pediu destaque, levando a discussão ao plenário físico.
  • Além de Moraes e Zanin, devem votar a presidente do STF, Cármen Lúcia, e o ministro Flávio Dino; Malafaia sustenta não ter foro e afirma ter falado de forma genérica.

A Primeira Turma do STF retomará nesta terça o julgamento da denúncia da PGR contra o pastor Silas Malafaia por calúnia e injúria. A acusação envolve ataques a generais do Exército, incluindo o atual comandante Tomás Paiva.

O processo começou no plenário virtual em março, com o voto de recebimento da denúncia do ministro Alexandre de Moraes. Cristiano Zanin pediu destaque, o que levou a discussão ao plenário físico.

Malafaia classificou os oficiais como uma cambada de frouxos e covardes, afirmando que eles não honram a farda. A denúncia aponta constrangimento público contra oficiais-generais, entre eles o comandante Paiva, em razão de cargos exercidos.

Outros votos e defesa

O procurador-geral Paulo Gonet sustentou que houve ofensa aos oficiais-generais do Exército, inclusive ao comandante Tomás Paiva, por meio de declarações do denunciado.

Também deverão votar os ministros Cármen Lúcia e Flávio Dino, conforme cronograma do tribunal.

Malafaia disse não possuir foro para ser julgado pelo STF e alegou ter feito uma crítica genérica, sem mirar indivíduos específicos, segundo entrevista ao Radar. Ele afirmou não se dirigir ao comandante do Exército.

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