- O ministro André Mendonça lamentou a rejeição do Senado à indicação de Jorge Messias para o STF e disse que o Brasil perde uma oportunidade na Corte.
- Messias é advogado-geral da União e foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva; Mendonça já havia apoiado o nome.
- Na sabatina, Messias citou o apoio de Mendonça e o descreveu como “irmão de fé” e amigo.
- A CCJ aprovou Messias por 16 votos a 11, mas o plenário do Senado rejeitou a indicação por 42 a 34, marcando uma derrota para Lula e vitória para a oposição.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça comentou a rejeição, pelo Senado, da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para ocupar uma vaga na Corte. Mendonça afirmou que respeita a decisão, mas avalia que Messias reúne perfil técnico e humano condizente com o cargo, destacando a importância de reconhecer traços de integridade.
Segundo Mendonça, Messias é um homem de caráter e que atende aos requisitos constitucionais para integrar o STF. O ministro enfatizou que Messias enfrentou a defesa da indicação com dignidade e pediu que ele siga em frente com a cabeça erguida, reconhecendo o esforço do colega.
A sabatina ocorreu na CCJ do Senado, onde Messias recebeu apoio de parlamentares. Naquele momento, houve aprovação na Comissão por 16 votos a 11, mas a indicação foi derrubada no plenário por 42 a 34, configurando uma derrota para o governo e uma vitória para a oposição.
Votação e desdobramentos
Messias recebeu elogios durante a sabatina pela defesa de reformas e pela convivência com outros poderes. O ex-presidente Jair Bolsonaro indicou Messias ao STF, enquanto o atual presidente Lula expressou apoio ao nome escolhido, que acabou não sendo aprovado pelo Senado. O resultado gerou reação entre aliados e críticos do governo.
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