- Messias, escolhido de Lula para o STF, foi sabatinado na CCJ do Senado e se emocionou nos primeiros momentos.
- Interlocutores da base governista disseram que a emoção projetou uma imagem de fragilidade para a aprovação.
- Ele já fala por mais de três horas durante a sabatina no Senado.
- Messias afirmou ser “servo de Deus” e que caminha com Deus há quarenta anos, destacando sua origem evangélica.
- O processo envolve a avaliação para ocupação de vaga no Supremo Tribunal Federal.
O ministro Jorge Messias, indicado por Lula para o STF, passou por sabatina no Senado nesta quarta-feira, na CCJ. A sessão foi marcada por momento de emoção durante o relato do jurista, que respondeu perguntas técnicas e sobre sua trajetória.
Messias, da AGU, foi questionado sobre compatibilidade com o cargo e sobre providências que pretende tomar caso seja confirmado. Em tom firme, destacou uma carreira dedicada ao serviço público e à defesa da Constituição.
Durante a sabatina, o escolhido foi lembrado como figura ligada à equipe do governo. A Câmara alta avalia a trajetória, o repertório jurídico e a atuação profissional para confirmar ou não a nomeação.
A emoção inicial chamou atenção de integrantes da base governista, que avaliaram o episódio como indicativo de fragilidade política. A percepção entre os aliados, porém, não é conclusiva sobre o desfecho da sabatina.
Ao longo da sessão, Messias falou por mais de três horas, apresentando dados sobre sua atuação na AGU e sobre perspectivas para seu eventual foro no STF. O andamento da sabatina depende da análise dos senadores e de eventuais reservas técnicas.
O resultado ainda depende de votação no plenário e de eventuais ouvir difere de opinião entre bancadas. A sabatina continua a reger discussões sobre o equilíbrio entre as Forças, com foco na confirmação ou não do indicado.
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