- Cleitinho afirma que não recebeu nem negociou votos em troca de emendas, contestando a acusação de compra de senadores com R$ 12 bilhões para a votação de hoje sobre Messias.
- Ele diz que gostaria que todos os senadores pudessem subir e falar que não receberam, reforçando que não houve negociação de voto.
- O parlamentar também defende o fim de benefícios a senadores, como o plano de saúde vitalício, defendendo medidas de austeridade no Congresso.
- Segundo ele, o povo brasileiro aguarda até dois anos por uma cirurgia no SUS, enquanto o Senado já gastou mais de R$ 300 milhões com o plano de saúde vitalício para senadores.
- Reafirma: nunca vai negociar voto; voto é da sua consciência.
Durante entrevista, o senador Cleitinho rejeitou as acusações de que o governo estaria comprando votos com emendas parlamentares para a votação de hoje sobre o apoio ao governo. Ele afirmou não ter recebido nem negociado qualquer vantagem financeira para votar, destacando que seu voto é de consciência.
Segundo ele, há alegações de que o governo destinaria 12 bilhões de emendas para influenciar a votação. O parlamentar disse que não participa de esse tipo de operação e defendeu que senadores falem openamente sobre o tema para esclarecer a população.
Cleitinho também voltou a defender o fim de benefícios concedidos aos senadores, como o plano de saúde vitalício. Ele avaliou que as despesas com esse tipo de benefício são incompatíveis com a realidade enfrentada pela população que depende do SUS.
Em tom contundente, o senador citou o atraso no atendimento do SUS para sustentar a crítica aos gastos do Congresso. Ele destacou que a manutenção de benefícios observa um contraste com as dificuldades de muitos brasileiros que aguardam cirurgias há meses.
Ao final, Cleitinho reiterou que seu voto é fruto de sua orientação e de sua convicção. Disse que não aceitará qualquer tipo de troca de votos e reforçou a necessidade de medidas de austeridade no Legislativo.
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