Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Direitos dos povos originários não podem ser retirados, marco temporal

Advocacia-Geral da União defende marco temporal e propõe regularizar terras indígenas com indenizações, com o Estado atuando como mediador de conflitos

Messias diz que o Estado deve ser agente promotor da pacificação dos conflitos
0:00
Carregando...
0:00
  • O advogado-geral da União, Jorge Messias, participou da sabatina na CCJ do Senado e afirmou que não podemos tirar o direito dos povos originários a explorar suas riquezas.
  • Sobre o marco temporal, ele mencionou que a AGU apresentou, de forma inédita, um plano de regularização de terras indígenas judicializadas mediante indenizações.
  • Messias afirmou que a solução pacífica dos conflitos não se dá apenas pela entrega de terras e precisa contemplar todos os interesses, pois o atual processo de demarcação não pacifica.
  • O Estado deve ser agente promotor da pacificação dos conflitos, mediando interesses com compreensão e aproximação.
  • Ele completou que povos originários não podem ser alvo de manipulação por parte do Estado, de ONGs ou de outras instituições que não tenham compromisso real com o desenvolvimento do país.

O advogado-geral da União, Jorge Messias, participou de sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado nesta quarta-feira 29. Ele avaliou o marco temporal e destacou a posição da AGU sobre terras indígenas e ajustes legais.

Durante a sabatina, Messias afirmou que não se pode restringir o direito de povos originários de explorar riquezas presentes em seus territórios. Tradicionalmente, o marco temporal é ponto central de controversia no STF.

O indicado pelo presidente Lula também informou que a AGU apresentou, de forma inédita, um plano para regularizar terras indígenas judicializadas a partir de indenizações. O objetivo é avançar com a pacificação de conflitos.

Para justificar a abordagem, o advogado ressaltou que a solução pacífica depende da mediação de interesses, com envolvimento das partes e compreensão entre governo, comunidades e agentes envolvidos. Ele defendeu que o Estado atue como promotor de paz.

Segundo Messias, os povos originários não devem ser usados como objeto de manipulação por governos, ONGs ou instituições sem compromisso com o desenvolvimento do país. A fala rebate críticas sobre impactos de políticas de demarcação.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais