- O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal por 42 votos contra 34.
- O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato, afirmou que a derrota foi responsabilidade do governo Lula, e não de Messias.
- Disse que a conjuntura levou ao placar e criticou a ideia de o presidente indicar um terceiro amigo dele para a corte.
- Flávio citou Cristiano Zanin e Flávio Dino, outros indicados por Lula neste mandato, como militantes.
- Sobre impeachment, afirmou que, com 41 votos, já é possível iniciar o processo; disse que o recado é da sociedade ao STF.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quarta-feira que a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal foi uma derrota do governo Lula, não do indicado. O plenário registrou 42 votos contrários a 34 a favor.
Para o senador, o resultado reflete a conjuntura política e a tentativa de Lula de indicar um terceiro nome ao STF. Ele citou os outros dois indicados pelo presidente neste mandato, Cristiano Zanin e Flávio Dino, como militantes.
Ele ressaltou que a votação, sozinha, não impõe impeachment de ministro, mas que, com 41 votos, já é possível abrir o processo para afastamento. O parlamentar avaliou o recado como claro, afirmando que a sociedade responde aos excessos na Suprema Corte.
Contexto político
A operação no plenário ocorreu no momento em que o Senado consolidava a posição sobre o perfil do futuro ministro da Corte. A avaliação de Flávio Bolsonaro é de que o governo precisa reavaliar a estratégia de indicações.
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