- Mais de 1.100 funcionários da TSA deixaram a agência desde a paralisação parcial do governo, segundo a TSA.
- Em 23 de abril, o Departamento de Segurança Nacional (DHS) informou que as resignações eram cerca de 780, com perspectiva de alta adicional.
- O dinheiro de emergência para a TSA deve acabar no início de maio, enquanto o impasse orçamentário persiste no Congresso.
- A Câmara dos Deputados modificou o projeto de lei de financiamento do DHS, envio de versão para votação no Senado dependerá de nova votação.
- Mesmo com novas contratações, o treinamento para retomar funções normais pode levar de quatro a seis meses, mantendo incertezas para o turismo com a aproximação de grandes eventos.
Várias linhas de segurança em aeroportos dos EUA voltaram a sofrer com a saída de pessoal. Em 29 de abril, o TSA informou que mais de 1.100 agentes deixaram a agência desde o início do shutdown parcial, há pouco mais de dois meses. A informação foi divulgada após reportagem inicial da Politico.
A soma de desligamentos já supera as estimativas anteriores, que apontavam cerca de 780 desligamentos em 23 de abril. A atualização indica que a retirada de funcionários continua, em meio a uma crise de financiamento no Departamento de Segurança Interna (DHS).
Emergência de financiamento e impactos imediatos
O impasse começou em 14 de fevereiro, quando democratas bloquearam um projeto de lei de appropriação do DHS, exigindo mudanças na fiscalização de imigração. A situação resultou em cortes de verba para o TSA e atrasos no treinamento de novos agentes.
No mês seguinte, o presidente assinou medidas para pagar os agentes com recursos realocados. Mesmo assim, o secretário de Segurança Nacional afirmou, em 24 de abril, que os fundos de emergência já foram usados e tendem a esgotar no início de maio.
Contexto político e próximos passos
O bloqueio orçamentário persiste no Congresso, com a Câmara alterando um projeto já aprovado pelo Senado. A mudança visa manter o funcionamento do DHS, exceto pela atuação do ICE, conforme a condução político-partidária, segundo fontes. A disputa envolve também a preparação para a Copa do Mundo de 2026, com até 7 milhões de visitantes esperados.
A administração sinaliza que, mesmo com a recomposição de vagas, o treinamento para tarefas regulares pode levar quatro a seis meses. Autoridades ressaltam que a reposição total dependerá da evolução do financiamento e das decisões legislativas. Fontes: DHS, governo, veículos de imprensa.
Entre na conversa da comunidade