- Durante a sabatina no Senado, Jorge Messias, indicado ao STF, tratou de sua tese de doutorado sobre o impeachment de Dilma Rousseff e respondeu a perguntas do senador Sérgio Moro.
- Messias afirmou que chamar o impeachment de “golpe de 2016” é uma visão política, não um juízo sobre a legalidade do processo institucional.
- Ele destacou que a expressão não desqualifica o processo conduzido pelo Parlamento e que o trabalho é acadêmico, com rigor científico.
- Messias disse ter acompanhado Dilma Rousseff em todas as sessões do impeachment e ter estado presente no dia em que ela se defendeu no Senado; o processo foi presidido pelo ex-ministro Ricardo Lewandowski.
- Afirmou que a crítica é política e não institucional, mantendo a posição de interpretar o episódio sob diferentes perspectivas políticas.
Durante a sabatina do Senado, o indicado ao STF, Jorge Messias, foi questionado por Sérgio Moro sobre sua tese de doutorado, que discorre sobre o impeachment de Dilma Rousseff. O momento ocorreu em Brasília, no plenário da Casa.
Messias respondeu que sua crítica ao episódio, ao qualificar como golpe, trata-se de uma visão política, não de uma desqualificação do processo institucional. Ele ressaltou o contexto acadêmico da pesquisa e o rigor metodológico utilizado.
O advogado-geral da União afirmou que a expressão não implica juízo sobre a legalidade do processo conduzido pelo Legislativo. Ele acompanhou Dilma Rousseff durante as sessões e esteve presente na defesa pública no Senado.
Contexto da sabatina
Messias lembrou que o impeachment foi presidido pelo ex-ministro Ricardo Lewandowski, destacando que a leitura do termo golpe reflete uma crítica política, não uma avaliação jurídica do procedimento.
Ao final, o candidato reforçou que a análise apresentada em sua tese é, segundo ele, uma contribuição acadêmica dentro da liberdade universitária, sem fechar espaço para avaliações parlamentares.
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