- O indicado por o presidente Lula para o STF, Jorge Messias, afirmou não ter relação com o diabo em resposta a uma metáfora do senador Cleitinho durante a sabatina na CCJ.
- A CCJ aprovou a indicação de Messias para o Supremo em votação secreta, 16 votos a favor e 11 contra, acima do mínimo necessário de 14.
- A sabatina na CCJ durou mais de oito horas, e Messias foi indicado após a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso, em 2025.
- No plenário da CCJ, Messias foi rejeitado com 34 votos a favor e 42 contra; era preciso pelo menos 41 votos para aprovação.
- Cleitinho contou uma história sobre céu e inferno para questionar promessas eleitorais, causando a comparação citada por Messias.
Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula para o STF, afirmou nesta quarta-feira que não tem relação com o diabo. A declaração ocorreu durante a sabatina na CCJ do Senado, em resposta à metáfora do senador Cleitinho sobre céu e inferno.
A sabatina durou mais de oito horas. A CCJ aprovou a indicação por 16 votos a favor e 11 contra, mas o plenário do Senado o rejeitou na sequência, por 34 votos favoráveis e 42 contrários. Messias foi indicado após a aposentadoria de Barroso, em 2025.
Cleitinho usou uma parábola sobre promessas eleitorais relacionados ao céu e ao inferno, para questionar o posicionamento de Messias caso se tornasse ministro. A ideia foi destacada como divergência entre campanha e mandato.
Resultado no plenário
No plenário, a votação terminou com rejeição de Messias, abaixo dos 41 votos necessários entre 81 senadores. A decisão encerrou a 4ª feira com o resultado oficial divulgado, sem mudanças no processo de escolha para o STF.
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