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Moro celebra rejeição de Messias e defende STF independente de Lula

Senado rejeita Messias para o STF; Moro celebra vitória histórica contra o governo Lula, primeira rejeição de indicação ao STF em cento e trinta e dois anos

Senadores Sérgio Moro União-PR no senado federal - Metrópoles
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  • O plenário do Senado rejeitou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal, por 42 votos contrários e 34 a favor, nesta quarta-feira (29/4).
  • O senador Sergio Moro comemorou a decisão, dizendo que o STF deve ser independente de Lula e do Poder Executivo, vinculado apenas à lei e à Constituição.
  • Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocupar a vaga deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso, aposentado em outubro de 2025.
  • A rejeição ocorreu diante da oposição liderada pelo senador Flávio Bolsonaro e da resistência do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
  • A decisão é considerada a primeira rejeição a uma indicação ao STF em 132 anos, representando uma derrota inédita para o governo Lula.

Moro comemora rejeição de Messias ao STF pelo Senado. O placar ficou em 42 votos contra e 34 a favor, encerrando a indicação do advogado-geral da União ao Supremo Tribunal Federal. A decisão ocorreu nesta quarta-feira, 29 de abril, no Senado Federal.

A indicação foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocupar a vaga aberta por Luís Roberto Barroso, que se aposentou em outubro de 2025. A votação encerra a tentativa de Messias de integrar o STF.

O alvo da rejeição foi o conjunto de posições defendidas pelo governo, com a oposição liderada pelo senador Flávio Bolsonaro e a resistência do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, contribuindo para o resultado desfavorável.

Moro afirmou, sem travas, que a rejeição representa uma vitória da população e que o STF deve permanecer independente do Poder Executivo, vinculado apenas à lei e à Constituição. A alegação de independência foi ponto central da reação.

A derrota marca um marco histórico: a rejeição de uma indicação ao STF é incomum em 132 anos. O caso mais próximo ocorreu em 1894, com uma indicação que não se consolidou no Senado. O episódio sinaliza tensão entre Executivo e Legislativo no tema.

O resultado também reaviva a disputa sobre o papel do STF e as checagens políticas em nome da autonomia do tribunal, com debates que devem continuar no radar público e institucional.

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