- O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) comentou nas redes sociais a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF pelo Senado, em uma derrota de 42 votos contrários a 34 favoráveis.
- A indicação foi apresentada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e Nikolas já havia iniciado uma campanha digital contra Messias cobrando posicionamentos de senadores antes da votação.
- Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Messias recebeu 16 votos favoráveis e 11 contrários.
- No vídeo, Nikolas associou Messias ao governo Lula, mencionou episódios da Operação Lava Jato e o apelido “Bessias”, e disse que a indicação era política.
- O parlamentar afirmou que é mais um amigo de Lula sendo indicado para o STF, pediu monitoramento de senadores, divulgou a lista da CCJ e incentivou a pressão sobre os parlamentares.
Nikolas Ferreira (PL-MG) reagiu nas redes sociais à rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF. O vídeo do deputado crítica o histórico e as posições do indicado, em especial no tema do aborto e na relação com o governo.
A indicação foi rejeitada pelo Senado Federal com 42 votos contrários e 34 favoráveis, em derrota inédita para o governo Lula. Messias era o advogado-geral da União indicado pelo presidente Lula para ocupar vaga no STF.
Desde cedo, o parlamentar mineiro lançou campanha digital contra Messias, cobrando posicionamentos públicos de senadores antes da votação. Ele também associou o indicado ao governo atual em diferentes mensagens.
No conteúdo divulgado, Nikolas questionou a imparcialidade da indicação, afirmando tratar-se de uma nomeação política. O deputado citou promessas de campanha de Lula sobre a relação com a Corte.
Em outra publicação, Nikolas pediu aos seguidores que monitorem a atuação de senadores e divulguem informações sobre a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Segundo ele, a CCJ foi o estágio decisivo da votação.
O vídeo também relembra episódios da Operação Lava Jato, aos quais Messias ficou associado historicamente, propagando a ideia de uma filtragem partidária na escolha para o STF. O deputado afirmou que “perde o Lula, ganha o Brasil”.
Ainda durante a repercussão, o ministro indicado recebeu 16 votos favoráveis e 11 contrários na CCJ, antes de seguir para a votação no plenário do Senado. A decisão final manteve o impasse entre governo e oposição sobre o tema.
Acompanharam as discussões parlamentares relatos sobre pautas da AGU, transparência, liberdade de expressão, decisões sobre aborto e os atos de 8 de janeiro, citados por Nikolas em seus conteúdos. As informações são parte da cobertura sobre a indicação ao STF.
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