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Senado aprova todos os indicados ao STF desde 1988

CCJ sabatina de Jorge Messias para vaga no STF marca continuidade de aprovações de indicados desde 1988, com 29 nomes confirmados ao longo de 37 anos

Jorge Messias foi indicado por Lula para ocupar a cadeira deixada por Luís Roberto Barroso, que se aposentou em 2025
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  • O Senado nunca rejeitou uma indicação para o STF desde 1988; foram aprovados 29 nomes em 37 anos, com Flávio Dino e Cristiano Zanin aprovados em 2023, indicados por Lula.
  • Nesta quarta-feira (29 abr 2026), a Comissão de Constituição e Justiça realiza a sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado por Lula para ocupar a vaga aberta pela aposentadoria de Luís Roberto Barroso em outubro de 2025.
  • Barroso, com 68 anos, se aposentou após 12 anos no STF; a aposentadoria compulsória é aos 75 anos.
  • O processo de escolha segue etapas: sabatina na CCJ, votação na CCJ, plenário do Senado com votação secreta e, se aprovado, assinatura do presidente da República e posse no STF.
  • A última rejeição a uma indicação ao STF ocorreu em 1894, durante a presidência de Floriano Peixoto.

O Senado Federal aprovou todos os indicados ao STF desde a promulgação da Constituição de 1988. Em 37 anos, 29 nomes foram escolhidos para a Corte pelos presidentes da República e tiveram aval dos senadores. O mais recente, Flávio Dino, foi indicado pelo presidente Lula em novembro de 2023, seguido de Cristiano Zanin, também confirmado no mesmo ano.

Nesta quarta-feira (29 abr 2026), a CCJ do Senado realiza a sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias. Ele foi indicado por Lula para ocupar a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025. Barroso deixou o STF aos 68 anos, completando 12 anos na Corte.

Barroso deixou a posição após cumprir o período mínimo exigido, abrindo espaço entre os 11 assentos do STF. A idade de aposentadoria compulsória no STF é de 75 anos. A última rejeição a um indicado ocorreu em 1894, durante a Presidência de Floriano Peixoto.

Como funciona o processo

  • sabatina na CCJ: o indicado é questionado sobre trajetória, posicionamentos e entendimentos jurídicos;
  • votação na CCJ: a indicação vai à frente se houver maioria simples na comissão;
  • plenário do Senado: decisão final em votação secreta, com maioria absoluta (41 votos);
  • nomeação e posse: o presidente assina o ato, e o ministro toma posse no STF.

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