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Senado é soberano: Messias reage à rejeição ao STF e diz que não acabou aqui

Senado rejeita Messias ao STF por 42 votos a 34; o resultado afirma soberania do plenário e encerra a sabatina de mais de oito horas

Chefe da AGU passou mais de oito horas em sabatina na CCJ
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  • O advogado-geral da União, Jorge Messias, teve a indicação ao STF rejeitada pelo plenário do Senado, com 34 votos favoráveis e rejeição ao pedido.
  • Messias afirmou estar tranquilo com a decisão e ressaltou que o Senado é soberano.
  • Ele passou mais de oito horas em sabatina na Comissão de Constituição e Justiça, tendo recebido 16 votos a favor na CCJ.
  • Messias disse que a derrota faz parte do processo democrático e mencionou ter conversado com 78 dos 81 senadores ao longo de cinco meses.
  • O ministro José Guimarães afirmou que Messias atendia aos requisitos e que o governo aceitaria a decisão do Senado.

O Senado rejeitou nesta quarta-feira (29) a indicação de Jorge Messias ao STF. A votação final, no plenário, ficou em 34 votos a favor, 42 contrários, frustrando o objetivo do governo. A sabatina ocorreu na CCJ, onde Messias foi aprovado inicialmente.

Messias ficou mais de oito horas em sabatina na Comissão de Constituição e Justiça, e levou 16 votos a 11 na fase inicial. No plenário, precisava de ao menos 41 votos, mas não alcançou a maioria exigida.

O tema gerou reação de integrantes do governo, que ressaltaram que Messias atende aos requisitos legais. O ministro José Guimarães afirmou que o nome apresentava compatibilidade com o cargo e que o Senado explicou a razão da decisão.

Messias afirmou aos jornalistas que encararia a derrota como parte do processo democrático. Disse ter conversado com a maioria dos senadores ao longo dos meses e reforçou que a decisão não representa o fim de sua trajetória profissional.

O governo reiterou que respeita a soberania do Parlamento e que o processo permanece aberto a avaliações institucionais. A defesa de Messias havia destacado a experiência e a trajetória dele como fundamentos da indicação.

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