- Durante a sessão de 28 de abril, em Campo Grande (Mato Grosso do Sul), o vereador Rafael Tavares (PL) foi chamado de “Rafaela” pela militância LGBT.
- Ele lamentou o episódio e afirmou ver incoerência em ser tachado de homossexual por quem diz defender a causa.
- A pauta da sessão era legislação para criminalizar movimentos que promovem desordem.
- Houve protesto contra a chamada Lei Cássia Kis, que proíbe transexuais em banheiros femininos.
- Militantes exaltados teriam ameaçado invadir o espaço dos parlamentares, e a segurança precisou ser reforçada.
O vereador Rafael Tavares, do PL, foi alvo de um insulto durante a sessão ocorrida na terça-feira 28 de abril, em Campo Grande, Mato Grosso. Ele informou ter sido chamado de Rafaela pela militância LGBT, criticando a coerência de quem o acusa de homossexual mesmo defender a causa.
A pauta do dia tratava de medidas contra movimentos sociais que promovam desordem, mas o debate acabou sendo marcado por protestos contra a chamada Lei Cássia Kis, que restringe o uso de banheiros femininos por pessoas transexuais. A militância manifestou oposição à proposta durante a sessão.
Houve relatos de que militantes chegaram a ameaçar invadir o espaço dos parlamentares, o que levou a reforço no esquema de segurança para evitar incidentes durante a sessão. A tensão ocorreu no momento em que o Legislativo discutia o tema e ouviu posicionamentos de diferentes setores da sociedade.
A cobertura indica que o episódio envolveu representantes do movimento LGBT, vereadores e equipes de segurança. Não houve registro de feridos, e a sessão seguiu com as votações previstas, ainda em andamento. A matéria esclarece apenas fatos ocorridos na ocasião e não apresenta pronunciamentos ou interpretações de causadores.
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