- A indicação de Jorge Messias teve 16 votos na CCJ do Senado, segundo a contagem de governistas que projetavam 18.
- Dois senadores teriam traído o Planalto, aumentando a tensão entre o governo e a base aliada.
- A votação na CCJ foi secreta, assim como a prevista no plenário.
- No plenário, Messias precisa de 41 votos para ser aprovado pelo STF; a expectativa é de uma votação mais apertada do que o previsto.
- A estimativa governista de votos caiu de 48 para 43, conforme a leitura interna de bastidores.
A indicação de Jorge Messias à vaga no Supremo Tribunal Federal passou pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado com 16 votos favoráveis, abaixo da expectativa de governistas, que estimavam 18 apoios. A votação foi secreta, realizada nesta semana na CCJ.
O cenário ficou considerado mais apertado para o governo, que já acompanha sinais de resistência no plenário. O Palácio do Planalto criou um grupo de avaliação para identificar quais senadores teriam votado contra a indicação.
Conforme o ritmo da votação na CCJ, o repasse para o plenário deve ocorrer em data ainda não confirmada. A expectativa entre aliados é de que a margem no plenário seja ainda mais apertada do que na casa anterior.
O objetivo é obter ao menos 41 votos favoráveis para confirmar Messias no STF. A contagem interna já sofreu ajustes, com a estimativa anterior de 48 votos caindo para 43, segundo fontes próximas ao governo.
A mobilização no Senado amplificou cobranças internas sobre o apoio de determinados parlamentares, com relatos de que dois traidores teriam votado contra a indicação. As informações sobre a votação no plenário ainda dependem de confirmação oficial.
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