- Advogada Fernanda Ferreira de Souza se recusou a entregar veículo alvo de busca e apreensão em Caruaru, Pernambuco, durante diligência da Justiça, na terça-feira, 28 de abril de 2026.
- Ela avançou com o carro, atingiu o fiel depositário Rodolfo Morais de Gusmão, que se agarrou ao capô para se proteger.
- O oficial de Justiça Marcones Alves Feliciano e o fiel depositário estavam no local; uma equipe da Polícia Civil presenciou, mas a motorista conseguiu fugir.
- O Tribunal de Justiça de Pernambuco informou que os fatos estão sendo analisados pelas instâncias competentes, com devido processo legal e apuração rigorosa.
- O Sindicato dos Oficiais de Justiça de Pernambuco repudiou a conduta da advogada, afirmou que o oficial atuou dentro da lei e anunciou medidas administrativas, civis e criminais contra acusações falsas.
Uma advogada em Caruaru, PE, foi alvo de uma ordem judicial de busca e apreensão envolvendo um veículo. Ela não entregou o carro, avançou com o veículo e arrastou o fiel depositário sobre o capô durante a diligência, nesta terça-feira (28).
Segundo o Sindojus/PE, a responsável pelo veículo era Fernanda Ferreira de Souza. O oficial de Justiça Marcones Alves Feliciano, acompanhado do fiel depositário Rodolfo Morais de Gusmão, tentava cumprir o mandado com atuação regular.
A advogada pediu autorização para realizar uma ligação e se afastou momentaneamente. Ao retornar, recusou a entrega das chaves, ligou o motor e ignorou que o bem já estava apreendido, dirigindo com o fiel depositário agarrado ao capô.
TJ/PE investiga caso
O Tribunal de Justiça de Pernambuco informou que os fatos estão sendo analisados pelas instâncias competentes, com devido processo legal e apuração das circunstâncias, bem como eventual persecução penal de crimes contra a administração da justiça e a integridade física de servidores.
Sindicado: medidas e repúdio
O Sindojus-PE repudiou a conduta da advogada e afirmou que houve grave afronta ao Estado Democrático de Direito. A entidade disse que o oficial atuou dentro dos limites legais, com identificação formal e apoio policial, e que adotará medidas administrativas, civis e criminais contra acusações falsas contra oficiais.
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