- Flávio Bolsonaro participa do programa Ponto de Vista nesta quinta-feira, às 11h, exibido pela VEJA+TV e plataformas digitais de VEJA.
- O tema é a derrota histórica do governo Lula com a rejeição do Senado à indicação de Jorge Messias para o STF, ocorrida na noite de ontem.
- O plenário rejeitou a indicação por 42 votos a 34; a Comissão de Constituição e Justiça havia aprovado o nome anteriormente.
- Foi a primeira vez em 132 anos que o Senado rejeita um indicado ao STF; apenas em 1894 houve casos semelhantes.
- Humberto Costa também participa na segunda metade do programa, e há expectativa de análise do veto ao PL da Dosimetria pelo Congresso hoje.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participa nesta quinta, 30, do programa Ponto de Vista, às 11h, exibido pelo VEJA+. O tema é a derrota histórica do governo Lula com a rejeição pelo Senado da indicação de Jorge Messias para o STF, ocorrida na noite de ontem. O plenário pode enfrentar novo revés hoje com a análise do veto ao PL da Dosimetria. Humberto Costa (PT-PE) também participa da conversa na segunda metade do programa.
A derrota ocorreu em plenário, por 42 votos a 34, permitindo que Lula indique outro nome para a vaga. Antes, a CCJ havia finalizado a sabatina aprovando Messias. A oposição celebrou o resultado, enquanto governistas manifestaram frustração com o desfecho.
Foi a primeira rejeição de um indicado ao STF pelo plenário em 132 anos. Em 1894, ainda no governo de Floriano Peixoto, houve rejeições de nomes para o tribunal. A sabatina na CCJ durou mais de oito horas e envolveu questionamentos acerca da atuação do indicado à frente da AGU e de posicionamentos ideológicos.
Questionamentos reforçaram críticas à atuação da AGU, que também defendeu a imparcialidade dos ministros e a necessidade de manter relações institucionais com o Congresso. O órgão opôs-se ao aborto e criticou atos considerados antidemocráticos, defendendo atuação voltada à legalidade.
Messias informou que atuou como assessor técnico na Presidência, em um período desafiador, mantendo fidelidade às responsabilidades profissionais. O encontro com deputados permaneceu centrado na defesa de prerrogativas parlamentares e na importância da harmonia entre os poderes.
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