- O senador Flávio Bolsonaro afirmou que vai defender um projeto de anistia ampla, geral e irrestrita para condenados pelo 8 de Janeiro, após as eleições, como prioridade da oposição no Congresso.
- Em entrevista à revista VEJA, ele disse que derrubar o veto ao PL da Dosimetria não basta e que continuará atuando pelo tema.
- A proposta pode combinar diferentes mecanismos legislativos para anistiar os condenados, incluindo alterações legais mais amplas.
- A ideia é “zerar o jogo” e devolver a normalidade à vida de centenas de famílias, segundo o senador.
- Flávio Bolsonaro também criticou decisões do Judiciário, alegando excessos, atropelos de prazos e restrições ao direito de defesa.
Flávio Bolsonaro afirmou que pretende trabalhar pela aprovação de um projeto de anistia após as eleições. Em entrevista ao programa Ponto de Vista, da revista VEJA, o senador sinalizou que a iniciativa será prioridade da oposição no Congresso.
Ele disse que vai buscar um texto que chame de anistia ampla, geral e irrestrita, com possibilidade de combinar diferentes caminhos legislativos. A ideia, segundo o parlamentar, é devolver normalidade a centenas de famílias afetadas pelo 8 de Janeiro.
A entrevista ocorreu em meio a discussões sobre o veto ao PL da Dosimetria, alvo de análise na quinta-feira, 30. Flávio afirmou que a derrubada do veto não é suficiente para atender aos objetivos da oposição.
O senador também mencionou a possibilidade de alterações legais mais amplas, além da anistia. A proposta, disse, visa reverter situações que, na visão dele, atingiram parte da população de modo injusto.
Durante a conversa, críticas foram feitas à atuação de integrantes do Judiciário, a quem imputou excessos no tratamento de casos. Segundo Flávio, houve forçação de barra, atropelo de prazo e restrições ao direito de defesa.
Anistia ampla como prioridade
Flávio afirmou que a meta é zerar o jogo e devolver a normalidade à vida de quem foi impactado. O senador reforçou que a estratégia passa pela atuação direta no Congresso, após as eleições.
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