- O presidente do PSDB paulista, Paulo Serra, e o deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) se reuniram nesta quinta-feira para discutir a possibilidade de uma aliança para o Governo de São Paulo.
- Ambos são pré-candidatos ao Palácio dos Bandeirantes e avaliam a formação de uma chapa diante da polarização entre o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o ex-president Fernando Haddad (PT).
- Serra afirmou que, juntos, as candidaturas independentes podem somar, citando que as pesquisas apontam que, unidos, estariam acima de 10% das intenções de voto.
- Segundo o Datafolha, a pesquisa realizada no início de março indicava 5% de intenção de voto para Serra e 5% para Kataguiri, enquanto Tarcísio tinha 44% e Haddad, 31%.
- A reunião reforça o interesse de coordenar forças para a campanha estadual em meio ao cenário de disputa entre as duas principais candidaturas.
Kim Kataguiri e Paulo Serra discutem aliança para o Governo de São Paulo
O deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) e o presidente do PSDB paulista, Paulo Serra, reuniram-se nesta quinta-feira para avaliar a viabilidade de uma chapa conjunta para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes, em meio à polarização entre os candidatos de Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad.
Ambos são pré-candidatos ao governo paulista e analisam a possibilidade de somar forças diante do cenário eleitoral atual. Serra afirma que, juntos, as candidaturas independentes podem alcançar resultados expressivos, citando pesquisas que, segundo ele, apontam combinação acima de 10% das intenções de voto.
De acordo com levantamento recente do Datafolha, Serra e Kataguiri estavam, individualmente, com cerca de 5% de intenções de voto cada. Tarcísio liderava o cenário com aproximadamente 44%, enquanto Haddad registava cerca de 31%.
Possíveis desdobramentos e cenário político
A reunião ocorre em meio a um delineamento de alianças possíveis para o pleito, com foco na corrida ao governo estadual diante da polarização atual. Não houve confirmação de composição final de chapa, apenas avaliações sobre impactos eleitorais de uma parceria entre as duas lideranças.
O grupo político avalia impactos estratégicos, incluindo ocupação de espaço junto a diferentes segmentos do eleitorado e possíveis modelos de coalizão. As próximas semanas devem trazer novas informações sobre o desdobramento dessa aproximação.
Fontes de bastidores indicam que as conversas devem seguir para alinhamentos formais, com a necessidade de costurar interesses de diferentes alas dentro do espectro tucano e do bloco representado por Kataguiri. Mais desdobramentos deverão ser divulgados pelos envolvidos.
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