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Líder do MDB nega traições contra Messias e critica bode expiatório

Líder do MDB nega intriga contra Messias e afirma apoio da bancada à indicação ao STF, mantendo fidelidade ao governo e afastando boatos de golpe interno

Eduardo Braga lendo resumo do seu relatório sobre a PEC da reforma tributária, na CCJ do Senado (Roque de Sá/Agência Senado)
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  • O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga, nega que o partido tenha atuado para derrotar a indicação de Jorge Messias ao STF.
  • Braga afirmou ter conversado com os nove senadores do MDB e que as sinalizações foram favoráveis à nomeação do chefe da Advocacia-Geral da União.
  • Alessandro Vieira era apontado como dúvida, mas anunciou publicamente o voto a favor de Messias.
  • Braga diz que o MDB sempre teve posição clara e fidelidade ao governo, estimada em cerca de 95%.
  • O senador afirmou não saber a origem da suposta intriga e ressaltou que não houve participação do MDB na derrota de Messias.

O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga, rejeitou as suspeitas de que a legenda tenha atuado para derrotar a indicação de Jorge Messias ao STF. Ao SBT News, ele classificou a situação como intriga e maledicência, afirmando que não houve qualquer movimento do MDB contra Messias.

Braga disse ter conversado com todos os nove senadores do MDB e que as manifestações, públicas e privadas, foram favoráveis ao chefe da Advocacia-Geral da União. Ele ressaltou que Alessandro Vieira era o principal ponto de dúvida, mas que o próprio senador declarou voto pró-Messias.

Ele afirmou que o MDB sempre teve posição clara, com votos alinhados ao governo em praticamente todas as votações. O senador destacou que a legenda mantém fidelidade elevada, próxima de 95%, e que a derrota de Messias não altera a posição institucional do partido.

Reação interna e desdobramentos

Braga comentou que a derrota de Messias gerou cobrança interna, mas ressaltou que a democracia segue com a defesa da posição do MDB. Segundo ele, quem ganha comemora; quem perde precisa ajustar o rumo sem apontar culpados.

O senador reforçou que a atuação do MDB tem sido voltada à pacificação entre o governo e o Congresso, especialmente entre o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A discussão sobre a indicação segue sob o prisma da coerência partidária.

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