- O presidente da Comissão Especial da PEC do fim da 6×1, Alencar Santana (PT-SP), é contra compensações para o setor produtivo em relação à redução da jornada de trabalho.
- Santana afirmou que o Estado não deve intervir na economia e que o trabalhador deve ter o benefício sem custo adicional para o governo.
- Ele disse que vai ouvir todos os setores e que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva deve refletir sobre a medida.
- No Congresso, a principal discordância é sobre compensação, com oposicionistas defendendo a volta da desoneração da folha e governistas contrários a esse modelo.
- Entre as propostas em debate, está a redução da carga tributária sobre a Contribuição Previdenciária Patronal (CPP) para micro, pequenas e médias empresas.
O presidente da Comissão Especial da PEC do fim da escala 6×1, Alencar Santana (PT-SP), é contra a compensação ao setor produtivo para reduzir a jornada de trabalho. Ele afirma que não há necessidade de intervenção do Estado na economia e prioriza o direito do trabalhador.
Santana disse, em entrevista ao Contexto Metrópoles, não haver justificativa para compensação. Ele questiona se os setores não podem se reorganizar para oferecer o benefício ao empregado sem medidas adicionais.
O deputado ressaltou que vai ouvir todos os setores antes de formar posicionamento. Também citou que o governo, especialmente o Palace do Planalto, deve refletir sobre o tema.
Compensação
Nos corredores do Congresso, a compensação tornou-se o ponto central de divergência entre parlamentares. Grupos oposicionistas defendem a retomada de desonerações, enquanto governistas resistem a contrapartidas fiscais.
Entre propostas em estudo, há a sugestão de reduzir a CPP para pequenas e médias empresas. A ideia de desoneração já era bem visto por representantes do setor produtivo, conforme reportagens da Metrópoles.
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