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Presidente da FCC nega ligação entre licença da ABC e controvérsia com Kimmel

Carr afirma que renovação de licenças da ABC resulta de investigação sobre diversidade, equidade e inclusão (DEI), e não de retaliação por piada de Kimmel

Brendan Carr, FCC chairman, at the Conservative Political Action Conference in Grapevine, Texas, on 27 March 2026.
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  • O presidente da FCC, Brendan Carr, afirmou que a renovação das licenças da ABC não é punição pela piada de Kimmel, mas resultado de uma investigação sobre DEI da Disney e da ABC iniciada em março de 2025.
  • A FCC abriu apuração sobre as práticas de diversidade, equidade e inclusão da Disney e da ABC; a ordem de renovação surgiu após a entrega de centenas de documentos pela Disney, considerados incompletos pela agência.
  • Críticos incluem a National Association of Broadcasters, o senador Ted Cruz e organizações de liberdade de imprensa, que veem a medida como punição a uma rede em função de conteúdo editorial; a comissária democrata Anna Gomez chamou o episódio de pretexto.
  • Carr disse que a decisão foi tomada dentro do curso da investigação, sem pressão externa; não há confirmação sobre impactos futuros às licenças da NBCUniversal/Comcast, envolvida em investigação semelhante.
  • A renovação pode levar anos, com a ABC mantendo operações normais durante o processo; Gomez alertou que a ação pode estabelecer um precedente perigoso para outros broadcasters.

Brendan Carr, presidente da Comissão Federal de Comunicações (FCC), negou que a renovação das licenças das oito emissoras ABC tenha servido de retaliação pelo comentário de Jimmy Kimmel. A afirmação surge em meio a apelos de fontes políticas e da imprensa. A FCC sustenta que a decisão decorreu de uma investigação sobre iniciativas de DEI da Disney e da ABC.

Segundo Carr, a ordem de renovação resulta direto da apuração em andamento sobre diversidade, equidade e inclusão. A agência recebeu centenas de documentos da Disney, considerados incompletos pela FCC durante o processo. Carr afirmou que as ações são tomadas com base nos elementos da investigação, não por pressões externas.

Anna Gomez, única senadora democrata na comissão, criticou o argumento de Carr e sugeriu que a medida configura retaliação. Ela destacou impactos potenciais sobre a liberdade de imprensa e a independência das emissoras. A Disney confirmou cumprir as normas da FCC, segundo a executiva.

A NBCUniversal e a Comcast também enfrentam apuração pela ADA/DEI, iniciada em fevereiro de 2025. Quando questionado sobre licenças da NBC, Carr disse não haver atualização, ressaltando que o andamento depende dos fatos de cada caso. A discussão sobre o prazo da renovação pode se estender por anos.

Reações divergem entre representantes do setor. Entidades de imprensa temem sinalização de punição por conteúdo editorial. Grupos que defendem a liberdade de expressão ressaltam a importância de tratar cada caso com base em fatos verificáveis, sem interferência externa.

A FCC reforçou que o objetivo é cumprir obrigações legais, incluindo o cumprimento de normas de igualdade e oportunidades de emprego. Não houve confirmação de mudanças rápidas no status das licenças da ABC durante a investigação, que continua em andamento.

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