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Rejeição a Messias expõe fragilidade do governo Lula, aponta Tarcísio

Rejeição a Messias expõe fragilidade de Lula e sinaliza fim do ciclo do PT; Senado rejeita indicação ao STF por 42 a 34 votos, impedindo novo nome até dezembro

Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas — Foto: Pablo Machado/Governo do Estado de SP
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  • O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF, com 42 votos contra e 34 a favor; eram necessários 41 votos a favor.
  • A rejeição foi contada por Tarcísio de Freitas como evidência da fragilidade política do governo Lula e “fim do ciclo” do PT.
  • O governador paulista afirmou que Lula não terá condições políticas de indicar um novo ministro até o fim do mandato, em dezembro.
  • Tarcísio disse que a derrota é um recado do Congresso, que busca um projeto estruturante e reformas, não apenas a escolha de um nome.
  • Segundo o aliado de Flávio Bolsonaro, a decisão indica que a nomeação do próximo ministro ficará sob responsabilidade do próximo presidente.

Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo e pré-candidato à reeleição pelo Republicanos, afirmou que a rejeição do Senado à indicação de Jorge Messias para o STF expõe a fragilidade do governo Lula e sinaliza o fim do ciclo do PT. O comentário foi feito nesta quinta-feira em Santos, no litoral paulista.

O resultado da votação ocorreu na quarta-feira, em sessão secreta do Senado, com 42 votos contrários e 34 favoráveis, abaixo dos 41 votos necessários. Messias era o nome indicado pela Presidência para a vaga no Supremo.

Segundo o governador, a derrota vai além de um parecer sobre um único nome e revela a gestão nacional. A avaliação é de que o Congresso reconhece que o governo não tem condições de apresentar reformas ou soluções estruturais.

Tarcísio, aliado de Flávio Bolsonaro, ressaltou que o Congresso age dentro de seus limites constitucionais e reforçou a ideia de que a escolha do próximo ministro caberá ao próximo presidente do Senado e, posteriormente, ao mandatário adjacente. O contexto foi visto como uma sinalização de freios e contrapesos.

A fala de Tarcísio também destacou que a rejeição de Messias é prejudicial ao governo do PT, segundo ele, e consolidaria a leitura de que não há condições para indicar outro nome até o fim do mandato de Lula. A interpretação é de que o Congresso não apoiará novas nomeações sem um projeto mais amplo.

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