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STF e ministros reagem à rejeição de Messias com críticas a Moraes e Alcolumbre

Ministros do STF analisam quadro multifacetado para a rejeição de Messias, com leitura de impacto de investigações sobre senadores e articulações entre Moraes e Alcolumbre

Ministros do STF reagem à rejeição de Messias: 'Chocante', 'traição do MDB' e articulação de Moraes e Alcolumbre
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  • Ministros do STF, segundo o Valor, dizem que a rejeição de Messias ocorreu por causas diversas e simultâneas.
  • Jorge Messias recebeu 34 votos favoráveis no Senado, sete a menos do necessário para a aprovação.
  • A reação à derrota foi registrada como contundente por ministros consultados, com citações de termos como “chocante” e menções a uma possível “traição do MDB” e à articulação entre Moraes e Alcolumbre.
  • Também é mencionada a leitura de que a defesa de André Mendonça pela indicação do advogado-geral da União teria prejudicado Messias, devido a investigações sobre o Banco Master que podem envolver senadores.
  • O relato reforça que a rejeição teve múltiplas frentes e motivações, sem indicação de consenso único entre os ministros.

Ministros do STF consultados pelo Valor disseram que a rejeição à nomeação de Jorge Messias para vaga na Corte teve causas diversas e simultâneas, o que, na visão deles, explica a derrota. Messias recebeu 34 votos favoráveis no Senado, sete a menos do necessário.

A leitura entre interlocutores é de que fatores políticos e institucionais influenciaram o resultado, com menção a divergências dentro do MDB e a pautas de atuação do governo. A avaliação é de que não houve único ponto de falha, mas um conjunto de objeções.

Além do mérito do nome, também é citado o ambiente político do momento, incluindo articulações envolvendo o Senado e o Palácio do Planalto. Investigações sobre o Banco Master, relatadas pelo ministro, foram apontadas como potencial elemento que poderia ter impacto sobre senadores.

A operação de indicação, que contou com apoio de parte do governo, não atingiu a maioria necessária para aprovação. O mecanismo constitucional prevê confirmação pelo Senado para o cargo, após sabatina com o indicado.

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