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Tabata Amaral defende PL da Misoginia, critica projeto de Flávio Bolsonaro

Tabata Amaral defende o PL da Misoginia e critica o “projeto familiar” de Flávio Bolsonaro, cobrando atuação do governo junto à população nas ruas

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  • A deputada Tabata Amaral defende a aprovação rápida do PL da Misoginia e pediu mais atuação do governo no Congresso, em entrevista ao SBT News.
  • Ela afirmou que não basta articulação parlamentar tradicional e que o governo precisa ir às ruas, saindo da bolha das redes sociais.
  • Tabata comentou derrotas do governo Lula no Congresso, citando a rejeição ao nome de Jorge Messias para o STF e a derrubada do veto ao PL da dosimetria.
  • Ao analisar a oposição, disse que Flávio Bolsonaro não representa a direita ideológica, mas sim a família Bolsonaro, questionando qual seria sua ideologia e propostas.
  • A deputada afirmou que a candidatura de Flávio privilegia interesses da família e defendeu que o país com mais de duzentos milhões precisa de uma direita com propostas para economia e questões sociais.

A deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) defendeu acelerar a aprovação do PL da Misoginia em entrevista exclusiva ao SBT News, realizada na quinta-feira (30). Ela também cobrou maior atuação do governo no Congresso e criticou a possível candidatura de Flávio Bolsonaro.

Ao comentar as derrotas recentes do governo Lula no Legislativo, como a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF e a derrubada de veto ao PL da dosimetria, Tabata indicou a necessidade de mudança de estratégia do Palácio do Planalto.

Para a parlamentar, a solução não está apenas na articulação tradicional no Congresso, pois os interesses do Centrão e do bolsonarismo são fortes. Ela reforçou a necessidade de atuação direta junto à população, fora das redes sociais.

Entre misoginia, governo e família

Ela avaliou as movimentações da oposição, distinguindo a direita ideológica do que descreve como projeto da família Bolsonaro. Segundo a deputada, Flávio Bolsonaro não representa a direita programática, e sim uma candidatura ligada à família.

Afirmou que, para ela, a ideologia do filho do ex-presidente é desconhecida, e questionou quais propostas seriam apresentadas para enfrentar o PCC e outros temas. A prioridade, na visão de Tabata, estaria associada a interesses familiares.

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