- Donald Trump atacou o chanceler alemão Friedrich Merz, dizendo que ele deveria se concentrar em “consertar seu país” e acabar com a guerra na Ucrânia, além de sugerir que Iran interferia demais.
- O presidente indicou que a presença militar americana na Alemanha poderia ser reduzida e disse que talvez retire tropas de bases na Espanha e na Itália, acusando os dois países de não ajudarem.
- Autoridades alemãs buscaram amenizar o atrito, lembrando que intenções de retirada já haviam sido feitas no governo anterior e estavam prontas para lidar com o tema.
- Merz, em visita a uma base militar alemã em Münster, adotou tom mais conciliatório, destacando a importância das relações com a Otan e os EUA e criticando o Irã por se recusar a negociar.
- Os comentários ocorreram durante um encontro no Salão Oval com correspondentes de veículos de direita.
Donald Trump atacou novamente a chanceler alemã, Friedrich Merz, em Washington. O episódio ocorreu nesta quinta-feira, durante um encontro no Salão Oval com correspondentes de veículos conservadores. O ex-presidente pediu que Merz se concentre em “consertar o país” e encerrar a guerra Rússia-Ucrânia, criticando ainda a intervenção de Berlim na política iraniana.
Trump também sinalizou a possibilidade de reduzir a presença militar dos EUA na Europa. Em resposta a perguntas sobre bases na Itália e na Espanha, o presidente comentou que talvez retire tropas, afirmando que esses países não têm colaborado quando a presença era necessária.
Representantes alemães tentaram minimizar a tensão. Em Münster, Merz visitou uma base militar e reforçou a importância das relações com a OTAN e com os EUA, criticando o Irã pela ausência de participação em negociações de paz.
A repercussão internacional acompanha a discussão sobre o papel dos EUA na Europa. Em Washington, a discussão ocorreu após declarações anteriores de Trump sobre a força militar estadunidense na Alemanha e possíveis desdobramentos em outras bases europeias.
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