- Cirurgia de reparo artroscópico do manguito rotador direito de Bolsonaro terminou bem-sucedida, sem intercorrências; ele permanece internado para controle de dor e observação clínica.
- O boletim médico do DF Star, assinado pela equipe médica, confirma que Bolsonaro segue internado em unidade de internação e deverá ir a um quarto.
- A lesão no ombro foi constatada por ressonância magnética durante a internação, com possível causa ligada à queda na custódia.
- A autorização de Moraes para o procedimento ocorreu no dia 30, após parecer do procurador-geral Paulo Gonet, e a imprensa não acompanhou a transferência da prisão domiciliar para o hospital.
O hospital DF Star divulgou nesta sexta-feira (1º) que a cirurgia no ombro direito do ex-presidente Jair Bolsonaro, realizada por artroscopia de reparo do manguito rotador, foi concluída com sucesso e sem intercorrências. Ele permanece internado em observação clínica e para controle da dor.
O boletim médico informa que o procedimento transcorreu sem complicações e que Bolsonaro já está em um quarto do hospital. O manguito rotador é um conjunto de músculos e tendões que estabiliza o ombro, e a cirurgia foi indicada após relatos de dor na região.
Segundo o comunicado, a equipe médica pediu a realização de uma ressonância magnética durante a internação, que confirmou a lesão no ombro. A possível causa apontada é uma queda ocorrida durante a custódia no complexo da Papuda. A decisão de realizar o procedimento partiu do corpo médico.
Autorização judicial e desdobramentos
O ministro Alexandre de Moraes levou uma semana para autorizar o procedimento, conforme informações judiciais, após ter prioridade uma solicitação relacionada à manutenção no elevador da residência de Bolsonaro. O parecer favorável foi apresentado pelo procurador-geral Paulo Gonet.
A autorização foi publicada nos autos na quinta-feira (30), ainda que já estivesse em andamento a internação. A imprensa não acompanhou a transferência da prisão domiciliar para o hospital, em função das restrições de filmagem no local.
Moraes tem adotado medidas para evitar registros audiovisuais nas proximidades. Atualmente, drones a menos de um quilômetro da residência podem ser alvos de abatimento pela Polícia Militar do Distrito Federal, segundo diretrizes de segurança aplicáveis ao local.
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