- O ex-presidente Jair Bolsonaro passou por cirurgia no ombro direito em hospital de Brasília; o procedimento transcorreu bem.
- Ele permanece internado para observação clínica e controle da dor.
- A cirurgia foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, pois Bolsonaro está em prisão domiciliar.
- a defesa havia pedido autorização em 21 de abril, com base em exames da equipe médica.
- boletins médicos enviados ao STF indicam dores recorrentes no local e necessidade de medicação analgésica diária.
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia no ombro direito nesta sexta-feira, 1º, em um hospital de Brasília. O procedimento transcorreu bem e ele permanece internado para observação clínica e controle de dor, conforme boletim divulgado pelo DF Star.
A cirurgia teve autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF, já que Bolsonaro cumpre prisão domiciliar. A solicitação foi feita pela defesa em 21 de abril, embasada por exames da equipe médica que acompanha o ex-presidente.
Segundo os relatórios médicos enviados ao STF, Bolsonaro apresentava dores recorrentes no ombro e precisava usar medicação analgésica diariamente. Não houve informações sobre complicações ou tempo previsto de internação adicional.
Detalhes da cirurgia e próximos passos
O hospital informou que o estado clínico do ex-presidente permanece estável. O boletim não detalha o tipo específico da intervenção, apenas que ocorreu sem intercorrências. A equipe médica acompanha sinais vitais e dor para definir a evolução.
A defesa não divulgou declarações oficiais adicionais. Ainda não há confirmação de data para alta ou retorno às atividades, cabendo à equipe médica estipular o ritmo de recuperação.
Contexto jurídico e institucional
Bolsonaro continua sob prisão domiciliar, regime autorizado pelo STF. A autorização para cirurgia confirma a continuidade de medidas de monitoramento previstas pelo sistema de restrição de liberdade a que o ex-presidente está submetido. O desfecho médico será acompanhado pelo tribunal e pela defesa.
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