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Flávio afirma que trabalhador sustenta vida de luxo de Lula

Flávio Bolsonaro afirma que trabalhadores financiam Lula com recursos públicos, citando gasto do cartão corporativo superior a R$ 1,4 bilhão em hotéis e vinhos

"É o suor do seu trabalho sustentando a vida de luxo daquele que se diz o pai dos pobres", afirma Flávio Bolsonaro
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  • O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou um vídeo no X, no Dia do Trabalho, dizendo que trabalhadores financiam viagens internacionais do presidente Lula com recursos públicos.
  • Segundo ele, apenas no cartão corporativo de Lula houve gastos superiores a R$ 1,4 bilhão em hotéis de luxo, alimentação e vinhos.
  • Flávio afirmou que esse dinheiro vem do suor do trabalhador para sustentar a “vida de luxo” do presidente.
  • O pré-candidato disse que não faria promessas, mas que há um compromisso com os trabalhadores para um Brasil de prosperidade.
  • A crítica de Flávio envolve gastos públicos e impostos pagos pelos brasileiros, em tom de cobrança ao governo.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirma que trabalhadores brasileiros financiam viagens internacionais do presidente Lula com recursos públicos. A declaração ocorreu em vídeo publicado por ele no X, na celebração do Dia do Trabalho, nesta sexta-feira.

Segundo o parlamentar, o Cartão Corporativo do governo registrou gastos acima de 1,4 bilhão de reais com hotéis de luxo, alimentação e vinhos em eventos internacionais. Ele diz que esse montante é arcado pelo suor do trabalhador.

Flávio Bolsonaro afirma que a crítica não representa promessas, mas um compromisso com os trabalhadores. O vídeo foi publicado para marcar o Dia do Trabalho, com a fala de que o Brasil precisa de prosperidade e oportunidades.

O conteúdo gerou repercussão entre apoiadores e críticos, que destacam a natureza política das declarações em período eleitoral. Não houve confirmação independente dos valores citados ou da origem dos gastos.

Contexto e desdobramentos

O material foi veiculado apenas em redes sociais do senador e não houve divulgação oficial de números pelo governo. A defesa de ajustes de gastos públicos aparece como eixo de campanha do pré-candidato à presidência.

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