- O pré-candidato ao governo de São Paulo e ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, chamou as reveses do presidente Lula de “derrota do combate à corrupção” e disse que indicam um “grande acordo em torno da impunidade”.
- Os acontecimentos citados foram a rejeição pelo Senado da indicação de Jorge Messias ao STF e a derrubada pelo Congresso do veto à dosimetria, que beneficia condenados pelos atos de 8 de janeiro, incluindo Jair Bolsonaro.
- Haddad afirmou que a derrota de Messias é “de todos nós” e mencionou rumores de acordo para impunidade de responsáveis por escândalos, fazendo referência ao caso do banco Master.
- Em ato na capital paulista promovido pela Força Sindical, Haddad esteve com as ex-ministras Simone Tebet e Marina Silva, candidatas ao Senado, e não sinalizou quem ocupará a vice ou as vagas ao Senado.
- O dirigente disse que haverá conversas para chegar a um denominador comum sobre a composição da chapa.
Foi acusado de derrota no combate à corrupção o que o PT tem visto como sinal de avanços conservadores no Congresso. O tema foi utilizado por Fernando Haddad para comentar as recentes votações que atingiram o governo Lula.
O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo afirmou que as derrotas demonstram um possível acordo em torno da impunidade. Entre os episódios citados estão a rejeição pelo Senado da indicação de Jorge Messias ao STF e a derrubada pelo Congresso de veto ao projeto da dosimetria, relacionado a penas por atos golpistas de 2023.
Haddad ponderou sobre a responsabilidade coletiva diante dessas derrotas, mencionando possíveis implicações para casos de corrupção e para a responsabilização de personagens envolvidos em escândalos recentes, citando, de forma indireta, o caso envolvendo o banco Master. Ele ressaltou a necessidade de esclarecer determinadas acusações que tornaram-se públicas.
Chapa em SP
Haddad participou de ato promovido pela Força Sindical em São Paulo, em homenagem ao dia do trabalhador. O pré-candidato estava acompanhado de ex-ministras Simone Tebet e Marina Silva, ambas pré-candidatas ao Senado em sua chapa. Também participou Márcio França, ex-governador e ex-ministro, que também busca vaga ao Senado.
O petista sinalizou a necessidade de alinhamento entre os integrantes da aliança para chegar a um denominador comum sobre composição de chapa. Sobre a definição de vice e das cadeiras ao Senado, Haddad indicou que as conversas devem seguir até encontrar um entendimento compartilhado.
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