- Messias agradeceu a Jaques Wagner e a Otto Alencar, além dos 32 senadores que apoiaram sua indicação ao STF, após a derrota no plenário.
- A votação ocorreu em 29 de abril de 2026; foram 34 votos favoráveis, 42 contrários e 1 abstenção, não atingindo os 41 votos necessários.
- A indicação foi formalizada pela Presidência da República por meio da Mensagem n. 7 de 2026, para a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso.
- Wagner disse ter ficado surpreso com o resultado, afirmando que esperava 44 ou 45 votos favoráveis e ressaltando que cada voto reflete a consciência de cada senador.
- A derrota representou vitória para a oposição e marca a primeira rejeição de uma indicação presidencial ao STF desde 1894.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, teve a indicação ao STF rejeitada pelo plenário do Senado, em votação realizada na quarta-feira, 29 de abril de 2026, em Brasília. A decisão ocorreu após sabatina na CCJ, em meio a críticas sobre posicionamento e atuação da AGU.
Messias recebeu 34 votos favoráveis, 42 contrários e houve 1 abstenção. A vaga surgiu com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. A Presidência da República tinha formalizado a indicação por meio da Mensagem nº 7 de 2026.
O líder do Governo no Senado, Jaques Wagner, foi apontado pela administração como articulador da defesa da indicação, o que gerou questionamentos entre aliados sobre a estratégia. Otto Alencar, presidente da CCJ, também foi citado pela atuação na sabatina.
Contexto e desdobramentos
A derrota marcou a primeira rejeição de uma indicação presidencial ao STF no Senado desde 1894. Messias participou da sabatina na CCJ, respondendo sobre ativismo judicial, aborto, 8 de janeiro e atuação da AGU.
A reação interna incluiu agradecimentos públicos de Messias a Wagner e a Alencar, bem como aos senadores que apoiaram a indicação. O recado reiterou gratidão e desejo de bênçãos aos aliados próximos.
Entre na conversa da comunidade