- O deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP) foi alvo de críticas em ato do Dia do Trabalhador na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, na Liberdade, região central.
- Ele foi chamado para compor a mesa de autoridades, mas não subiu ao palco principal e não foi visto entre os jornalistas.
- Um manifestante mostrou um cartaz crítico ao parlamentar, mencionando a dosimetria penal relatada por ele no Congresso.
- O relatório de Paulinho ajudou a derrubar veto do presidente Lula, abrindo caminho para a redução de penas de condenados por atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, embora haja críticas sobre possíveis brechas para crimes comuns.
- O ato reuniu lideranças políticas e sindicais, como Fernando Haddad, Simone Tebet e Marina Silva, e teve pautas como fim da escala 6×1 e redução da jornada sem redução salarial.
O deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP) foi alvo de críticas durante o ato em homenagem ao Dia do Trabalhador nesta sexta-feira, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e da Força Sindical, na Liberdade, região central da capital.
Ele foi chamado para compor a mesa de autoridades, mas não subiu ao palco principal e não foi visto no espaço reservado à imprensa.
O evento ocorreu no auditório Paulo Pereira da Silva, nomeado em referência ao líder da Força Sindical.
Controvérsia envolvendo dosimetria penal
Um manifestante levantou um cartaz com críticas à proposta de dosimetria penal apresentada por Paulinho no Congresso, que gerou controvérsia entre apoiadores e opositores.
Na tarde anterior, o Congresso derrubou o veto do presidente Lula, abrindo caminho para mudanças nas penas de condenados por crimes cometidos em atos de 8 de janeiro de 2023.
O relatório de Paulinho foi alvo de críticas pela possível abertura de brechas em penas de crimes comuns, como organização criminosa e feminicídio.
Participantes e pautas do ato
Entre as presenças estiveram o ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de SP, Fernando Haddad, e as ex-ministras Simone Tebet e Marina Silva, cotadas para o Senado.
Haddad, Tebet e Silva criticaram o ex-presidente Jair Bolsonaro em seus discursos e defenderam a reeleição de Lula em 2026.
A pauta principal incluiu a defesa da redução da jornada de trabalho sem redução salarial e a extinção da escala 6×1.
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