- YouTube derrubou o novo canal Bruno Aiub Show, de Monark, poucos dias após o lançamento, alegando violações genéricas às diretrizes da comunidade; o conteúdo divulgado até agora foi apenas um tour pelo estúdio.
- A defesa do influenciador afirma que não há ordem de censura vigente contra Monark nos inquéritos em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF) e que o apresentador já entrou com recurso interno para avaliar as próximas medidas.
- O Ministério Público de São Paulo retomou a ação civil pública contra Monark por suposta apologia ao nazismo, após retroceder de um entendimento favorável ao influenciador.
- Em manifestação de quinze de abril de dois mil e vinte e seis, o MP classificou como equivocada a peça anterior e voltou a defender a condenação do réu.
- Na ação, o MP sustenta que as falas de Monark configurariam discurso de ódio com lesão a direitos difusos e pede a condenação dele ao pagamento de quatro milhões de reais a título de dano social.
O YouTube retirou do ar o novo canal do apresentador Bruno Aiub, conhecido como Monark, poucos dias após o anúncio da iniciativa. A defesa de Monark diz que a plataforma alegou violações genéricas às diretrizes da comunidade. O canal Bruno Aiub Show já estava com conteúdo limitado a um tour pelo estúdio em preparação para futuras entrevistas.
A defesa informa que não há ordem de censura vigente contra Monark nos inquéritos em tramitação no STF. O apresentador já apresentou recurso interno contra a decisão do YouTube e aguarda resposta para decidir quais medidas serão tomadas. Não houve detalhamento sobre prazos da plataforma.
MP recua sobre ação contra Monark
O Ministério Público de São Paulo retomou a ação civil pública contra Monark, após recuar de um entendimento anterior. Em manifestação de 15 de abril de 2026, a promotoria classificou como equivocada a peça apresentada em 31 de março e pediu que ela seja desconsiderada, voltando a defender a condenação.
Antes, o promotor havia pedido o encerramento da ação, que acusa Monark de promover discurso de ódio. O processo envolve declarações feitas durante um podcast sobre os limites da liberdade de expressão ao abordar o nazismo. A retratação levou o MP a manter a defesa pela procedência da ação.
Na ação, o MP sustenta que as falas de Monark configurariam discurso de ódio com lesão a direitos difusos e coletivos, caracterizando apologia ao nazismo. O órgão pleiteia a condenação do influenciador ao pagamento de 4 milhões de reais por dano social. A mudança de posição foi formalizada pelo MP.
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